sábado, 9 de maio de 2009

last tango in paris

 


 


Após uns meses afogado num turbilhão de informação, decidi regressar às sessões de cinema do pequeno auditório do CCC (Caldas da Rainha). São à segunda-feira e as escolhas obedecem quase sempre a critérios muito recomendáveis - para os meus gostos, claro -; funciona como um espécie de cine-clube.


 


E nesta segunda-feira foi assim: "O último tango em Paris", o primeiro grande filme do enorme Bernardo Bertoluci, encheu-me as medidas. A fita não está no melhor estado, mas o argumento é soberbo e deixou-me com vontade de voltar lá para dentro para descodificar um ou outro detalhe. Tinha visto o filme apenas uma vez e há mais de 30 anos. No final, dizia-me, e com toda a razão, um amigo meu: "é quase incompreensível como tanta gente remete este filme para uma ou outra cena, relevante sem dúvida, mas que não passa de uma entre tantas outras."


 


Marlon Brando e Maria Schneider estão excepcionais.


 


Pode ver um vídeo de cerca de 3 minutos com as cenas à volta do último tango propriamente dito.


Ora clique.


 


 


 


 


4 comentários:

  1. a manteiga, sempre a manteiga...

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  2. Maria Schneider, sim, definitivamente.
    Agora o Marlon Brando, nunca me convenceu.
    Nem com manteiga lá ia!

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  3. Claro. Mas é demasiado mínimo, digamos assim, reduzir uma espantoso argumento a uma cena dessas. Francamente.

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  4. Fizeste-me rir.
    Mas acho que esteve muito bem. Talvez a iniciar um processo pessoal muito exigente para as circuntâncias dele, que ao julgo perceber eram muito difíceis.

    Mas são opiniões, claro.

    Mas uma grande argumento.

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