sexta-feira, 1 de maio de 2009

tiques e mais tiques

 


Sindicato dos Inspectores de Educação indignado com ataque de Alegre


 


O Sindicato dos Inspectores da Educação e do Ensino contesta as palavras do deputado socialista Manuel Alegre que condenou a acção da Inspecção-Geral da Educação (IGE), no caso da Escola Secundária de Fafe.

Ontem, Alegre disse que “a ser verdade”, os interrogatórios a alunos maiores de 16 anos daquela escola, que se manifestaram contra o estatuto do aluno atirando ovos contra o carro da ministra da Educação, são “um atentado à liberdade, ao espírito da escola pública e à constituição.



(...)Contudo, o dirigente sindical admite que a IGE está a mudar a filosofia que mantinha até há poucos anos: “A IGE tinha um papel mais pedagógico, preventivo, profiláctico, de acompanhamento às escolas e não uma acção repressiva ou terapêutica. É verdade que esse tom tem vindo a ser alterado, no sentido de ser mais burocrático”. José Calçada lamenta que os inspectores sejam poucos, cerca de 150 para todo o sistema educativo, do pré-escolar ao secundário; e que o contacto com as escolas se tenha perdido. “Agora vai-se às escolas por encomenda da tutela.”


 


 


Fico com a impressão que Manuel Alegre tem toda a razão para dizer o que disse e que o Sindicato dos Inspectores da Educação e do Ensino está com vontade de dizer novamente umas coisas graves.

2 comentários:

  1. Grave, muito grave, como tudo o que se tem visto.
    Mas mais grave ainda é se este povinho volta a pôr o seu voto no mesmo sítio.
    “Agora vai-se às escolas por encomenda da tutela.”
    Que giro! Acabam por ir onde não devem. Vão inspeccionar quem os incomoda.
    “A IGE tinha um papel mais pedagógico, preventivo, profiláctico, de acompanhamento às escolas e não uma acção repressiva ou terapêutica. É verdade que esse tom tem vindo a ser alterado, no sentido de ser mais burocrático”.
    Basta ver a listinha das escolas que tiveram muito bom.
    Algumas bem precisavam de pedagogia, prevenção, profilaxia e acompanhamento.

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  2. da indignação à opressão , e um passosito muito pequeno, qualquer dia chamam-lhe comunista

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