Nos blogues de Paulo Guinote, aqui, e de Ramiro Marques, aqui, encontra um texto de Mário Machaqueiro, um dos subscritores do texto publicado ontem pelo jornal Público, a propósito da não entrega da ficha de auto-avaliação. Leia que vale a pena e também pode ler os diversos comentários que foram inseridos.
Obrigado, Paulo, pela referência. O texto do Mário Machaqueiro tem um nível muito acima da média. Há poucos a argumentar tão bem como ele.
ResponderEliminarViva Ramiro. Eu é que agradeço as tuas inúmeras referências ao meu blogue. O texto é muito bom, realmente. Vou ler o outro sobre o sindicalismo.
ResponderEliminarGrande abraço.
ResponderEliminarMário Machaqueiro coloca neste texto a questão certa e incontornável: a da desobediência civil.
Vejamos: a desobediência civil surge quando, em democracia, um grupo de pessoas considera as leis, promulgadas por políticos democraticamente eleitos, injustas. O que se questiona não é a a legalidade democrática das leis mas a sua moralidade.É uma tentativa de contornar o processo democrático?Sim, mas democraticamente.
No meu entender, o problema não consiste em desobedecer ao cumprimento de uma lei, mas à possibilidade aberta de não cumprir nenhuma( leis em geral). Se " eu" não concordo com uma lei e não a cumpro, outros poderão ter igual atitude face a outras.
No caso dos professores, inscreveram a sua vontade quando se recusaram a entregar os OI " afastando-se de participar em qualquer momento de um processo absurdo e iníquo."
A coerência começa e acaba aqui: que fazer com a FAA?
Ainda não sei...