A edição do JL (jornal de letras, artes e ideias), de 14 a 27 de Janeiro de 2009, tem uma interessante entrevista com José Brangança de Miranda.
A certa altura a jornalista pergunta a Bragança de Miranda se ele nunca quis ser artista. O entrevistado diz uma série de coisas sobre o seu percurso pessoal e profissional e termina assim: "Felizmente, veio a Revolução que acabou com todas essas ilusões."
Porquê, diz a jornalista?: "Porque a Revolução era bem mais importante. E foi um momento fantástico que só quem o viveu pode verdadeiramente perceber. Quem não teve a sorte de ter vivido o 25 de Abril tem que se contentar com os mundiais de futebol."
(Reedição. 1ª edição em 14 de Março de 2009)
Bragança de Miranda ( que tem pronúncia do norte) tem reflectido duma forma muito interessante sobre o corpo e sobre as leituras contemporâneas ( pós - darwinianas) que se vão fazendo acerca do mesmo.
ResponderEliminarDiz-nos " a técnica e a ciência hoje permitem uma infinidade de outras formas de experimentar a relação com a carne e de inventar outras possibilidades de corpos".
Temas interessantes.
Bragança de Miranda nasceu em Lisboa mas foi viver para Chaves com 3 dias de vida. Inscreve o seu pensamento muito à volta do (ciber)corpo (ou corpo organológico, como ele gosta de dizer): tem 2 livros novos que espero ler em breve. São temas muito interessantes, concordo.
ResponderEliminarAbraço.
Muito obrigado. Muito obrigado mesmo.
ResponderEliminarLogo que possa faço um post sobre o assunto.
Um abraço e até sempre também.