
Alegre contra o “Estado mínimo” que conduz à “asfixia social e democrática”
"Manuel Alegre surgiu ontem em Coimbra ao lado de José Sócrates, a quem tantas vezes se opôs nos últimos anos, para “afirmar a unidade do PS no essencial”. “Portugal precisa de um governo de esquerda e a esquerda possível é o Governo PS”, afirmou o histórico socialista, que acabou por ficar no PS depois de meses a ponderar sobre a criação de uma nova força política.(...)"
Se o actual primeiro ministro é a esquerda possível, como afirmou Manuel Alegre, então não sei onde fica o espaço do sonho e da poesia. E já agora, gostava de perceber como é que a asfixia pode ser democrática; se é democrática não asfixia ninguém, que parecer-me. Espero que saibam o que estão a fazer e que daqui por um anito ou dois não fiquem todos "apeados" e a ver a tal de direita com um presidente, uma maioria e um governo.
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