Ministra diz que escolas arrancam concentradas "no trabalho que há para fazer"
"A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, considera que o novo ano lectivo começa hoje "sem história", num clima de "concentração no trabalho que há para fazer".
"Há um esforço para acolher todos os alunos e dar resposta às suas expectativas", disse Maria de Lurdes Rodrigues, que salienta as colocações de professores durante quatro anos como factor que vai marcar a diferença neste ano lectivo.(...)"
A ideia de criar mega-agrupamentos de escolas - só efectivado nas públicas, já que as particulares e cooperativas, e apesar de viverem da mesma fonte de financiamento, mantém-se autónomas e depois concorrem com as públicas na mesma rede e ainda contratam professores sem concurso público - foi prejudicial para as escolas sede e para as de menor dimensão. Ninguém beneficiou com isso e o silêncio chega a ser ensurdecedor. E isso é apenas mais um detalhe dos quatro anos negros da Educação. Um coisa sempre aconteceu e voltará a suceder: as portas das escolas abrem algures em Setembro; e em todas, obviamente.
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