domingo, 6 de setembro de 2009

encenação

 



Foi daqui.


 


Só caso TVI aqueceu debate Sócrates-Jerónimo e líder do PCP lembra que PS se recusou a ir à TVI 


 


"O secretário-geral do PS, José Sócrates, sublinhou sábado à noite diferenças entre as políticas do seu partido e as da direita, em resposta a Jerónimo de Sousa (PCP), que defendeu que há uma convergência “nas questões estruturantes”. O debate foi calmo e só aqueceu com o caso Manuela Moura Guedes. Jerónimo voltou a lembrar que os debates são em campo neutro porque Sócrates se recusou a ir à TVI.



No debate televisivo na RTP1, José Sócrates apontou medidas do seu governo, como o aumento do salário mínimo nacional em 10 por cento e o programa Novas Oportunidades como políticas que não são de direita.(...)"


 


Não vi o debate e só depois da meia-noite tive a oportunidade de ver umas imagens num dos canais de cabo. O actual primeiro-ministro acusava Jerónimo de Sousa de só atacar políticamente o partido do governo e de se esquecer que nestas eleições há uma divisão clara: de um lado a direita e do outro o partido do primeiro-ministro. Se olharmos para as políticas da Educação do actual governo poderemos afirmar que a direita está à esquerda do primeiro-ministro. E sejamos verdadeiros: os partidos do "arco do poder" empurraram Portugal para a situação de hecatombe em que se encontra e não se vislumbram grandes diferenças nas políticas que realizaram. O sentido de estado é apenas uma mera encenação.

1 comentário:

  1. A moderação do debate foi uma vergonha .
    Sócrates continua a contar histórias. Parece que já acredita nelas, o que, aliás é próprio dom mitómano,

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