"A Federação Nacional de Professores (Fenprof) juntou-se ontem à Federação Nacional de Educação (FNE), na exigência "de transparência" através "da publicação e actualização, em tempo real, das listas graduadas de professores que fazem parte da bolsa de recrutamento de docentes".
"Lamentavelmente, esta colocação obscura não é ilegal - é permitida pela legislação dos concursos a que negámos o acordo - mas está a contribuir para a instabilidade e intranquilidade nas escolas e entre os professores", frisou Mário Nogueira, da Fenprof.(...)"
Há anos que é esta balbúrdia: só não tem razão objectiva - e digo assim porque tenho a certeza que há professores mal colocados que nunca o saberão - de queixa quem não concorre ou está nos primeiros lugares das listas graduadas. Até os professores titulares perderam direitos de colocação inadmissíveis, quanto mais os candidatos a contratado que ao nível de escola ficam entregues à mais absoluta arbitrariedade e num processo semelhante ao que acontecia há mais de 30 anos mas agora com outra nomenclatura: bolsa de recrutamento.
Criaram-se as colocações por quatro anos, a categoria de professor titular e outras coisas do género e não se pensou nas consequências nem na estruturação que esses tipos de alterações procedimentais podiam provocar; e o que mais impressiona é a ligeireza com que os responsáveis sacodem água do capote.
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