
O financiamento dos partidos políticos e dos seus aparelhos é, ao que consta, uma área de negócio que é repetidamente apelidada de pantanosa. A exemplo da organização do estado, dá ideia que também tem diversos patamares, sendo o nível nacional aquele que sugere regalias mais poderosas e chorudas. Os mais hábeis no ofício parece ganharem posições fortes e de derrube quase impossível.
Os partidos do chamado "arco do poder", e mais ainda os do bloco central, trocam galhardetes e marcam-se à distância com arremessos estratégicos e de tom intimidatório. Pelo menos é isso que os seus actores desavindos - momentâneos ou estruturais - deixam escapar.
Pelo espectáculo a que vamos assistindo, a sensação que fica é que os casos BPN, Freeport e agora este dos submarinos, fazem parte de um jogo com benefícios colectivos e individuais; e depois há os avisos à navegação, digamos assim.
ResponderEliminarTiro certeiro no porta-aviões.
Cirúrgico.
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