"A parábola do cego"
de Pieter Brueghel
"À modernidade deve opor-se a actualidade enquanto tensão que atravessa a relação entre o existente e o possível, entre o histórico e o elementar, entre o visível e o invisível.
A política joga-se nessa tensão.
O que está em causa é o agir livre, que se efectiva no combate entre o existente e o possível, entre o presente e o actual".
José Bragança de Miranda,
Política e Modernidade.
Política e Modernidade.
Concordo.
ResponderEliminarNão é fácil " agir livre" , seja em que campo da vida se trate (social ou pessoal...), sobretudo quando há factores de peso, como a história ou a modernidade.
ResponderEliminarSão factores que pairam no ar como um nevoeiro que, por vezes, nos impede de ver claramente o caminho a seguir...ou de ver os caminhos alternativos que podemos escolher.
Muitas vezes nem sabemos que temos a liberdade de escolher, quanto mais de agir.... Se há o SIM, O inverso também é possível...
Quem disse que é fácil?... Eu não.
Eu tb não. Ah, não dei pelos mails. A sério. Abraço.
ResponderEliminarAgir Livre tema interessante caro amigo, nem todos sabemos agir livremente, há quem relegue para segundo plano as suas liberdades ao não votar por exemplo, dá-me ideia que no nosso pais a liberdade é dado
ResponderEliminarfalsamente adquirido, pois quantos de nós já percebe-mos que a liberdade
não é dado adquirido , não é exercício singular, e uma força que se tem de exercer todos os dias a todas as horas, não esquecendo nunca que a nossa liberdade termina onde começa a liberdade de outra pessoa
Bem, os emails devem ter ido dar uma voltinha até outra caixa de correio qualquer! Olhe que não me surpreendia nada! Não é a 1ª vez que tal sucede e tenho a certeza que não é a última...pois eu conheço-me!
ResponderEliminarSe o pretender, pode escrever para:
campus_stellae06@hotmail.com
(Pronto, já estou exposta!)
Um óptimo dia!
O meu vai ser!
Obrigado. Abraço.
ResponderEliminarBoa Nuno. Força aí. Um abraço.
ResponderEliminarTambém eu :) quase dois anos depois :) Abraço.
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ResponderEliminarMuito pertinente. É o que é urgente nas escolas portuguesas.
O pensamento é completamente livre e sua expressão também deve sê-lo. Parabéns pelo texto.
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