sexta-feira, 16 de outubro de 2009

finalmente a autocrítica

 


Foi daqui.


 


 


 


Ministra da Educação diz que problemas actuais das escolas "não têm paralelo na história da educação”


 


"A ministra da Educação afirmou hoje que as escolas enfrentam “obstáculos e dificuldades” sem paralelo na história do sector para conseguirem responder ao alargamento da escolaridade obrigatória para os 12 anos.



A ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que intervinha na cerimónia comemorativa dos 100 anos do Liceu Camões, em Lisboa, considerou o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos “uma das mais importantes medidas” do mandato que agora termina, mas admitiu que esta alteração implicará o aumento das “dificuldades e dos obstáculos hoje já sentidos” nas escolas.(...)"


 


 


É verdade; a ainda ministra da Educação tem, finalmente, razão. Nunca a memória histórica da Educação em Portugal certificou um momento tão difícil. Foram quatro anos que abalaram de modo inaudito o poder democrático da escola e que levará anos a reerguer. Institui-se, por exemplo, uma divisão da carreira dos professores que degradou o clima relacional e contribui-se através de um monstro burocrático para a que a avaliação dos professores se transformasse numa coisa inaplicável e desprovida de qualquer rigor e objectividade.

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