terça-feira, 20 de outubro de 2009

lições de história para memória futura

 


 



Foi daqui.


 


 


 


 


Recebi de um leitor identificado um pequeno texto (com referência à imagem escolhida) que deve ser lido e guardado para memória futura.


 


"Há quatro anos Sócrates estava recém-eleito e em pleno estado de graça, tendo proclamado o célebre discurso em que apontara baterias contra o lobby das farmácias. Vital Moreira, o bloguer do regime então iniciado, aparece no Público de 15/3/2005 a ditar quatro regras para "levar de vencida os interesses organizados». É fácil constatar que foram seguidas à risca pelo governo em todas as «reformas» realizadas, ou apenas iniciadas. Infelizmente, na altura, não falou nos professores, embora tenha referido os magistrados e outras "corporações". Vale a pena ler, sobretudo as tais 4 regras das duas últimas colunas, que são inaceitáveis em democracia e que constam em eleger um alvo (por exemplo, os professores) e virar a população contra ele, para, depois lhe «quebrar a espinha» e tomar todas as medidas que entender, ao arrepio muitas vezes do mais elementar bom senso.


Pôr cidadãos uns contra os outros em clima de guera civil, dividindo para reinar, eis a receita. Sempre gostei de História e das suas lições tantas vezes ignoradas."


 


 



 

3 comentários:

  1. É bem verdade tudo isto.

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  2. "À medida que o tempo nos afasta dos fatos, desaparecem as testemunhas diretas; e as lições, aprendidas no calor da hora, vão perdendo a nitidez e se misturando. E os grandes meios de comunicação – que não possuem o rigor dos historiadores – reconstroem, de acordo com os modismos, um passado muitas vezes determinado, corrigido, retificado... pelo presente. Um passado expurgado, depurado, lavado de tudo o que não seja conforme com as normas dos dias de hoje. Em relação a isso – outro paradoxo – são poucas as diferenças entre essa nova “história oficial” e a censura exercida pelo Estado em países não-democráticos. Em ambos os casos, é um passado revisado que é repassado às novas gerações. E é contra tal distorção da história que devemos nos insurgir."

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  3. um professor resistente20 de outubro de 2009 às 17:45

    Texto interessante.

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