Se olharmos para o conflito israelo-palestiniano poderemos afirmar que é por uma causa primeira: os extremismos de ambos os lados. E apesar de todas as outras nuances, importa centrar aí a nossa atenção de modo a aprendermos com esses erros.
Noutra escala, evidentemente, a guerra entre o governo e os professores tem contornos semelhantes. Neste caso, os extremismos são de origem financeira. Apesar de muitas vezes dissimulado, é esse o constrangimento essencial e já tem história.
O primeiro acto dos governantes, foi, em 2005, retirar dos horários dos professores a redução da componente lectiva para o exercício da maioria dos cargos. Os professores aceitaram a redução de 20.000 professores em nome do desígnio nacional de combate ao défice.
Quatro anos depois, conhece-se o desmando e o fartar vilanagem de quem se move na quase intocável alta finança e com a conivência dos governos. Com estes exemplos, como é que se quer que a classe média continue a aceitar o encargo de ser a única a custear os desvarios?
Podem falhar por esse motivo e já não é pouco.
ResponderEliminarGosto da seguinte explicação: "Toda negociação tem um ou mais objetivos e estes objetivos podem ser categorizados como ideais, realistas e prioritários. Os objetivos ideais são aqueles que poderiam ser concretizados caso o lado oposto da negociação estivesse de acordo com o que é pedido. Ambas partes da negociação podem oferecer resistência aos objetivos realistas de uma das partes e através de negociações exaustivas busca-se atingir um consenso sobre as prioridades de ambos os lados.
ResponderEliminarAs negociações acontecem no momento em que as partes envolvidas estejam dispostas a realizar uma troca, ela acontece o tempo todo em torno deste princípio, de acordo com a regra de que é preciso dar poder antes de receber. O seu ponto chave está na concessões, e na premissa de que ambas as partes devem obter vantagens delas."
A Escola tem que contribuir primeiro para criarmos mais riqueza e tornar viável pagar muito melhor salário aos Professores. É necessário formar jovens para serem Empresários empreendedores e que criem emprego que é tão escasso. O regime fiscal tem que ser mais atractivo para que queira investir e arriscar pois o sucesso não é certo. Se Professores que consideram que são mal remunerados porque não criarem o seu próprio negócio? Os Professores que queiram apostar no lançamento de empresas inovadoras podiam valorizar e contribuir para a criação de mais riqueza, ainda que esse caminho exija paciência e só tenha resultados a médio e longo prazo.
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ResponderEliminarA nova ministra fez declarações que não gostei. "Estamos a tentar criar na carreira uma progressão associada ao desempenho para que os professores sintam que a exigência acaba por se traduzir numa melhor progressão e numa recompensa para o esforço e para a qualidade"
Pois eu, à beira de mudar para o 3º escalão, bem me posso esforçar e ser um excelente professor, mas se não houver vaga na minha escola para este escalão... onde é que está a recompensa para o esforço e qualidade?