"A parábola do cego"
de Pieter Brueghel
"À modernidade deve opor-se a actualidade enquanto tensão que atravessa a relação entre o existente e o possível, entre o histórico e o elementar, entre o visível e o invisível.
A política joga-se nessa tensão.
O que está em causa é o agir livre, que se efectiva no combate entre o existente e o possível, entre o presente e o actual".
José Bragança de Miranda,
Política e Modernidade.
Política e Modernidade.
ResponderEliminarRaros os que agem em liberdade. Pecar compensa.
ResponderEliminarNa vida boa só têm lugar os espertos e jamais os livres.
Globalmente muito bom este post. Parabéns.
ResponderEliminaresse pulsar em tensão é k faz o mundo avançar com um certo equilibrio.
ResponderEliminarPor que, lendo e relendo, me recordo de "O Direito do Mais Forte à Liberdade" (Fassbinder) - a começar pelo título?
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