quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

como se fossem bébés

 


 



Foi daqui.


 


 


 


 


As negociações entre o governo e os sindicatos da Educação duram. Tiveram início às 10h00 e pelas 20h30 ainda não há acordo.


 


Tenho a sensação que não foi muito boa ideia marcar estas conversas para um dia em que o chefe do governo se ausentou para Paris. Com algum receio, testei a coisa. Tenho família por lá e percebi que durante o dia as ligações à cidade luz estavam impecáveis. Não é, portanto, por aí.


 


Deve ser só a habitual teimosia e até pode ser que, se as cerimónias organizadas pelo acérrimo-neo-defensor-do-estado Sarkozy correrem bem, caia mais um contigente de vagas. É que se pensarmos na hora a que caiu o primeiro patamar, dá para perceber que aconteceu uma de duas coisas: ou alguém deve ter chegado bem disposto à capital internacional da moda ou a estratégia ficou definida no dia anterior.

4 comentários:

  1. Já toda a gente percebeu que um dos grandes males reside na importância dada aos sindicatos de professores. Nós precisamos é de professores qualificados para darem as suas aulas e não de milhares de professores destacados em dezenas de sindicatos.

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  2. Irra. tanto tempo de espera. São 23.23 e ainda há fumo ( branco, negro )?

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  3. Queria dizer "não há fumo ". É dos nervos...

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