Muito se tem escrito sobre a hecatombe financeira que resultou da desregulação dos mercados mas e para já, e pelo menos na europa - mais na do sul, obviamente - o que se assiste é a mais uma tentativa para que no essencial nada mude e que sejam os do costume a pagar a transferência de recursos financeiros das classes média e baixa para os gulosos devaneios de uns poucos.
Por outro lado, também muita tecla tem sido debitada sobre o acordo entre os sindicatos de professores e o actual governo. A minha primeira impressão ficou registada aqui: foi um acordo financeiro; talvez por isso, ninguém se espanta com o constante esfregar de mãos do mentor de uma das partes.
Sabe-se há muito que se prepara mais um congelamento de salários na função pública em Portugal; quiçá das progressões também.
Mas depois que ninguém se admire: o gelo também pega fogo, como se comprovou, e pelos vistos sem resultados na aprendizagem dos actores de 2008. Não me comovo com o acordo, como escrevi aqui, porque há vida para além das importantes questões financeiras e de carreira: as únicas que parecem verdadeiramente interessar na mesa eduquesa de negociação.
A verdade...
ResponderEliminar"Essa é que é essa" da sabedoria popular.
ResponderEliminarBrrrrrr!!! Aqueço-me outra vez na rua.
ResponderEliminar
ResponderEliminar"o gelo também pega fogo", interessante oposição. A dialéctica dos contrários ( heraclitiana) gera sempre realidades novas. Qual emergirá daqui?
Certo dia pode ter um triste fim...
ResponderEliminarViva a todos.
ResponderEliminarFazemos o que é possível. Estamos melhor do que em Janeiro de 2008. Como será em 2012? Depende também do que formos capazes.
ResponderEliminarNo princípio deste imbróglio os professores eram os preguiçosos e os insaciáveis. Agora, muito pessoal abriu os olhos e não volta a ser aldrabado. Os portugueses deviam pedir desculpa aos professores. NÃO SOU PROFESSOR.