Isto está num ponto tal, que para graduar o estado de sítio é necessário procurar bem abaixo do subsolo. Decerto que não é fácil encontrar as causas que nos empurram para esta atmosfera quase inaudita de despudor e de cabeça perdida.
Mas é sempre possível realizar um exercício de síntese.
- Por um lado, sabe-se da necessidade em depurar o turbilhão informativo em que vivemos de modo a sobreviver pessoal e profissionalmente ao escrutínio das sociedades muito mediatizadas; conhece-se e compreende-se.
- Por outro lado, sempre me surpreendeu a existência de profissionais que dedicavam mais tempo aos mexericos societais do que aos seus deveres e responsabilidades de exercício profissional. Estas asserções criam um sentimento acentuado de enjoo.
E é quase inacreditável constatar duas duras realidades, que se repetem, que sufocam o país e que alimentam a agenda mediática:
- sobra, na vida pública, em feira de vaidades o que falta em trabalho e competência;
- a mesquinhez e o palacianismo invadem os corredores da capital e alastram-se ao país.
É caso para subscrever os mais atentos: a crise ou é um sofisma perpetrado pelos do costume ou é uma irresponsabilidade.
PIM!!
ResponderEliminarPimba!
ResponderEliminar... E NA MOUCHE!!!!!
ResponderEliminarEstou curioso com o que vai declarar o Ministro das Finanças. Há falta de dinheiro? Os ratos fogem do navio. Mete dó.
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ResponderEliminarTambém espero! Coisa boa não é.
Muito bem mesmo.
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