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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Empadão

 


empadao.jpegGostamos muito de empadão de carne e somos comedidos no sal. A logística é pesada. Optamos por comprar a carne no talho onde a vemos ser picada. É cozinhada com predominância para o tomate. As batatas são da conhecida praça da fruta. Depois de descascadas à moda antiga, são cozidas e passadas no passe-vite. Levam leite, manteiga, uma gema de ovo e uma pitada de noz moscada.


Feito o puré, desenham-se camadas alternadas com a carne picada e vai ao forno. Há uma fase da confecção que não deve ser interrompida para que o puré não encaroce. Foi nessa altura, cerca das 20h30, que se noticiou esta mudança essencial para o futuro da Educação. Qual carreira, avaliação, gestão ou burocracia. Nem sei como se consegue leccionar sem essa decisão. Tive muita pena, mas não vi.


(Este post é de 1 de Outubro de 2010.


O link indicado vai mudando com o tempo.


O resto mantém-se actual.)

sábado, 15 de julho de 2023

Da Reindustrialização (3)




  1. Que me lembre, a expressão "Paradigma perdido" tornou-se usual com Edgar Morin e com a crítica do afastamento do homem em relação à natureza; escrito assim para simplificar.


    Quando tanto se fala no desnorte em relação à selecção das áreas para a reindustrialização (que raio de palavrão), parecia-me curial regressar ao paradigma de Morin donde nunca se deveria ter saído: a cadeia de abastecimento no sentido mais lato, considerando o homem em todas as suas dimensões; tenho ideia que, por esse caminho, não haveria tantas bolhas originadas pelos negócios financiados pela banca que produzem muito para além da cadeia referida e que parecem dirigir-se também a outros habitantes do sistema solar.




sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Da Reindustrialização (2)




  1. Que me lembre, a expressão "Paradigma perdido" tornou-se usual com Edgar Morin e com a crítica do afastamento do homem em relação à natureza; escrito assim para simplificar.


    Quando tanto se fala no desnorte em relação à selecção das áreas para a reindustrialização (que raio de palavrão), parecia-me curial regressar ao paradigma de Morin donde nunca se deveria ter saído: a cadeia de abastecimento no sentido mais lato, considerando o homem em todas as suas dimensões; tenho ideia que, por esse caminho, não haveria tantas bolhas originadas pelos negócios financiados pela banca que produzem muito para além da cadeia referida e que parecem dirigir-se também a outros habitantes do sistema solar.




sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Da Crise de 2008 e da Actual

O modo orçamental como a Europa está a enfrentar a crise vigente, é a prova de que em 2008 se podia ter feito mais por Portugal e pela Grécia. Acima de tudo, é um facto que deve pesar na consciência dos políticos portugueses que sempre estiveram com a troika ou além dela.

domingo, 12 de julho de 2020

Da Aproximação a Orwell; e Também na Escola

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Receiam-se as apps Covid-19 porque podem ser um passo mais orwelliano do que o imaginado por George Orwell. Acima de tudo, o escritor, jornalista e ensaísta político inglês definiu a prioridade: "se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir." E disso não devemos abdicar. Aliás, neste domínio impressiona a pontuação social chinesa que é inimaginável quando se intensificar o uso de processadores biónicos, redes G5 e inteligência artificial. Na fase pré-pandemia, o cidadão chinês já era pontuado pelo seu comportamento. A pontuação da plataforma Zhima Credit, por exemplo, começava em 300 e ia até 850 pontos. Englobava as interacções sociais até aos detalhes mais opinativos ou íntimos e influenciava variadas permissões (hotéis, restaurantes, viagens, apps de encontros, crédito financeiro e necessidades básicas). Abaixo de 300 pontos era a exclusão total e aterradora, tendência que se terá agravado com a COVID-19.


Percebe-se a apreensão no ocidente. Apesar das democracias, conhecem-se os preocupantes perfis de utilizadores comercializados pelas gigantes tecnológicas e há inúmeros estudos sobre o assédio moral em organizações (alguns autores classificam-nas, com piada, como as little-little-yellow) que espiam as redes sociais e as plataformas para censurar incomodidades. Ou seja, os genes chineses não são mais little-little-yellow do que os ocidentais; é uma questão de contexto, plataformas e oportunidades.


E a grande encruzilhada é económica. Governos e bancos imprimem, desde 2008, dinheiro a rodos com pavor de que as crises financeiras (2008 e actual) terminem com o crescimento económico. Com esse objectivo, criou-se, e cria-se, do vazio triliões de euros, ienes ou dólares a crédito extremamente acessível na esperança de que a investigação encontre uma grande panaceia, na inteligência artificial ou na biotecnologia, antes que a bolha estoure. Serão essas novas indústrias que sustentarão os triliões de moeda. Se isso não acontecer, adivinham-se muitas dificuldades.
Para além disso, ainda não se vêem alternativas industriais consistentes e sustentáveis sem "big brother"; e isso repercutir-se-á na escola e nas tecnologias de que disporá. Resta-nos começar de imediato com o que depende da nossa vontade: currículo completo, melhores condições de realização do ensino e da aprendizagem, liberdade pedagógica e avaliativa e ambiente organizacional que influencie o clima relacional e eleve uma escola democrática.


Imagem: "Big Brother" por Banksy


Nota: o estado actual da rede escolar (depois do encerramento a eito de mais de 5000 escolas em 15 anos), e da restante estrutura escolar (uma fonte doentia para todos), está de tal forma bloqueada que "impossibilita", por exemplo, a tão reivindicada redução significativa de alunos por turma. Sublinhe-se que estas políticas inspiraram-se nas denominadas "Novas Políticas de Gestão Pública" aplicadas, em 1980, por Margaret Thatcher no Reino Unido (nem de propósito, uns anos antes Orwell escreveu 1984), iniciadas em Portugal por Barroso (chegamos sempre tarde) e impostas por Sócrates com tal determinação que acelerou as condições escolares, e não só porque, por exemplo, o SIADAP é transversal, para uma "sociedade big brother de pontuação social".

domingo, 3 de março de 2019

Recordando Manuel António Pina

 


 


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"A crise quando chega toca a todos, e eu já não sei se hei-de ter pena dos milhares de homens e mulheres que, por esse país fora, todos os dias ficam sem emprego se dos infelizes gestores do Banco Comercial Português que, por iniciativa de alguns accionistas, poderão vir a ter o seu ganha-pão drasticamente reduzido em 50%, ou mesmo a ver extintos os por assim dizer postos de trabalho.
A triste notícia vem no DN: o presidente do Conselho Geral e de Supervisão daquele banco arrisca-se a deixar de cobrar 90 000 euros por cada reunião a que se digna estar presente e passar a receber só 45 000; por sua vez, o vice-presidente, que ganha 290 000 anuais, poderá ter que contentar-se com 145 000; e os nove vogais verão o seu salário de miséria (150 000 euros, fora as alcavalas) reduzido a 25% do do presidente. Ou seja, o BCP prepara-se para gerar 11 novos pobres, atirando ainda para o desemprego com um número indeterminado de membros do seu distinto Conselho Superior. Aconselha a prudência que o Banco Alimentar contra a Fome comece a reforçar os "stocks" de caviar e Veuve Clicquot, pois esta gente está habituada a comer bem."


quarta-feira, 4 de abril de 2018

Recordando Manuel António Pina - crónica de Outubro de 2010

 


 


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"A crise quando chega toca a todos, e eu já não sei se hei-de ter pena dos milhares de homens e mulheres que, por esse país fora, todos os dias ficam sem emprego se dos infelizes gestores do Banco Comercial Português que, por iniciativa de alguns accionistas, poderão vir a ter o seu ganha-pão drasticamente reduzido em 50%, ou mesmo a ver extintos os por assim dizer postos de trabalho.
A triste notícia vem no DN: o presidente do Conselho Geral e de Supervisão daquele banco arrisca-se a deixar de cobrar 90 000 euros por cada reunião a que se digna estar presente e passar a receber só 45 000; por sua vez, o vice-presidente, que ganha 290 000 anuais, poderá ter que contentar-se com 145 000; e os nove vogais verão o seu salário de miséria (150 000 euros, fora as alcavalas) reduzido a 25% do do presidente. Ou seja, o BCP prepara-se para gerar 11 novos pobres, atirando ainda para o desemprego com um número indeterminado de membros do seu distinto Conselho Superior. Aconselha a prudência que o Banco Alimentar contra a Fome comece a reforçar os "stocks" de caviar e Veuve Clicquot, pois esta gente está habituada a comer bem."


sexta-feira, 24 de março de 2017

Tríptico ainda vigente no Eurogrupo

 


 


 


O caso do holandês ainda presidente do Eurogrupo remete para a memória dos tempos recentes. Como o indivíduo é trabalhista, é bom que se sublinhem os efeitos nefastos da terceira via para que não exista a tentação de reincidir; em Portugal também. É que se notam alguns tiques revisionistas.


Em 2013, encontrei uma ideia mais ou menos assim (não a reencontro, mas é da autoria de Joseph Stiglitz): antes de escolhermos qualquer dos caminhos que se vão propondo para sairmos donde estamos, devemos perceber três coisas óbvias: a crise é artificial, a austeridade não é a solução e é mesmo o problema e a Alemanha é o obstáculo.

segunda-feira, 14 de março de 2016

repitamos

 


 


 


 


Por mais que Draghi reme contra a corrente, as imparidades (executável inferior, muito neste caso, ao escriturado), desnudadas em 2007, transformam crescimentos económicos em "pagamento" de dívidas soberanas que requerem reestruturação ou consolidação; no segundo caso creio que só se houver vida em Marte. É um círculo vicioso que o tempo não resolve. A bancocracia absorve as "ofertas" do BCE e nada sobra para a economia.


 


Insistir no retratado na imagem, só acelera várias expressões: "luta de classes", "este capitalismo de saque é uma ofensa ao capitalismo", "a classe dos super-ricos está a fazer a guerra e a ganhá-la", "austeridade ruinosa a favor de uma minoria", "a desigualdade é uma escolha política", "os EUA exportaram o seu modelo de corrupção" e podia ficar a tarde toda a escrever, e a repetir, expressões que não são de radicais de esquerda nem nada que se aproxime. É só pesquisar. 


 


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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

as expressões-chave do caso Banif?

 


 


 


"Luta de classes", "este capitalismo de saque é uma ofensa ao capitalismo", "a classe dos super-ricos está a fazer a guerra e a ganhá-la", "austeridade ruinosa a favor de uma minoria", "a desigualdade é uma escolha política", "os EUA exportaram o seu modelo de corrupção" e podia ficar aqui a noite toda a escrever expressões-chave deste ultraliberalismo (ou totalitarismo) que capturou os estados e o poder político e que tenta convencer as pessoas que é o fim da história. As expressões que escrevi não são de radicais de esquerda nem nada que se pareça. É só pesquisar. É evidente que as imparidades (executável inferior, muito neste caso, ao escriturado) desnudadas com a crise de 2008 (o auge deste radicalismo e que não tem solução pela mão da bancocracia que o criou) estão a ser pagas pelo aumento das dívidas públicas da forma retratada pela imagem.


 


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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

tríptico

 


 


 


Joseph Stiglitz disse mais ou menos o seguinte: antes de escolhermos qualquer dos caminhos que se vão propondo para sairmos donde estamos, devemos perceber três coisas óbvias: a crise é artificial, a austeridade não é a solução e é mesmo o problema e a Alemanha é o obstáculo.


 


 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

ajudas financeiras ou resgates a bancos alemães?

 


 


 


Philippe Legrain deu há menos de um ano uma entrevista arrasadora ao Público. O antigo conselheiro económico de Durão Barroso foi coerente e tecnicamente fundamentado ao desmontar a destruição produzida pela troika e acentuada pelo Governo português. Desconstruiu a teoria, que o Governo português fomentou e implementou, que nos dilacerou e que nos colocou como "criminosos" que mereciam um castigo.


 


Os portugueses foram uma fonte de receita para um sector financeiro corrupto, como estamos fartos de saber. É impensável que desta vez não haja uma qualquer accountability para os políticos que passaram o tempo a acusar os outros de falta de responsabilidade profissional, de preguiça e de gastarem em excesso. É bom que haja alguma memória.


 


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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

da origem da crise

 


 


 


 


 


É sempre importante ouvir uma voz que se espera algo distanciada a discorrer sobre a crise vigente. Richard Koo Nomura faz uma análise muito curiosa sobre os problemas de competitividade dos países do sul da Europa; e podemos incluir a "estratégia submarino".


 



”A Crise europeia começou com um gigantesco resgate da Alemanha pelo BCE”, diz Richard Koo Nomura, economista Taiwanês e norte-americano, residente no Japão, especializado em balanços de recessões. O economista-chefe do Nomura Research Institute, braço de pesquisa da Nomura Securities, em Tóquio, olha de um outro modo para o chamado “problema de competitividade”  dos países do sul da Europa nesta muito interessante análise.


Ao invés de um problema inerente a esses países, Koo diz que o que aconteceu é que após o colapso da bolha tecnológica de 2000 (que afectou muito a Alemanha) o BCE utilizou uma política monetária excepcionalmente solta para estimular a economia, de modo a que a Alemanha não tivesse de reavivar a sua economia através da política fiscal.


Embora essa politica monetária não tenha feito muito internamente pela Alemanha (em recessão), ajudou a resolver as bolhas na periferia, que passou a ter uma maior facilidade de investimento, ajudando ao boom das exportações alemãs e colocando os países periféricos em dívida.(...)".


 


 


 


 


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

da reindustrialização

 


 


 


 


Que me lembre, a expressão "Paradigma perdido" tornou-se usual com Edgar Morin e com a crítica do afastamento do homem em relação à natureza; escrito assim para simplificar.


 


Quando tanto se fala no desnorte em relação à selecção das áreas para a reindustrialização (que raio de palavrão), parecia-me curial regressar ao paradigma de Morin donde nunca se deveria ter saído: a cadeia de abastecimento no sentido mais lato, considerando o homem em todas as suas dimensões; tenho ideia que, por esse caminho, não haveria tantas bolhas originadas pelos negócios financiados pela banca que produzem muito para além da cadeia referida e que parecem dirigir-se também a outros habitantes do sistema solar.


 


 


 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

das contas do défice

 


 


 



 


 


Metade da redução de pessoas na administração central, entre 2001 e 2013, foi em cortes a eito em professores do ensino não superior. Cerca de 49000 pessoas saíram desse sector, sendo que perto de 22000 eram educadores e professores dos ensinos básico e secundário. Uma razia comprovada, derivada do aumento do número de alunos por turma, da diminuição da carga curricular dos alunos, dos agrupamentos de escolas e do aumento dos horários dos professores.


 


Há um estudo interessante a fazer.


 


Se aumentou significativamente a rubrica dos consumos intermédios do Estado, podemos considerar que as 20 e tal mil pessoas a menos que não são professores passaram a despesa por outsourcing. Ou seja, deixou de fazer o Estado para dar lugar a empresas com boa convivência no aparelhismo partidário.


 


 



 


 


 


 


 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

dos ratos e dos navios

 


 


 


 


A falta de prestação de contas tem sempre um efeito de retorno; mesmo que simulado.


 


Há uma constante no que levamos de milénio: os políticos sociais-democratas, socialistas de terceira via e neoliberais associados aos colunistas económicos seguiram os ultraliberais do poder económico, acusaram os grupos profissionais a abater de não prestarem contas e de serem grandes despesistas. Como panaceia, os políticos em exercício ou em estado de campanha eleitoral montaram ardilosos monstros burocráticos para avaliar o desempenho e exigir accountability (como gostavam de repetir).


 


Perante a hecatombe de 2007 e uma vez escancarada a corrupção que perpetravam ou apoiavam como ideologia liberal (santa ingenuidade ou serventia oportunista), situaram-se longe da responsabilidade.


 


Há tempos foi Durão Barroso a abandonar o barco para ver se continua a navegar; numa aparente contradição, não se coibiu de culpar o BPN, o BPP e as PPP's como quem não tem qualquer conta a prestar; nem política. É uma festa.


 


Mas o mais risível já tem três dias: César das Neves, esse economista mais friedmaniano do que qualquer habitante de Chicago, profetiza o "BES como o maior escândalo financeiro da história de Portugal". Talvez fosse bom que alguém lhe explicasse que os "salgados-lusitanos" são uns meninos de coro ao pé dos congéneres norte-americanos, alemães (sim, alemães) e franceses para que C. Neves não entre em depressão. Claro que neste caso há sempre que considerar a humana história dos ratos e dos navios.


 


 



 


 



 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Querem ver que ainda acabamos como emergentes

 


 


 


 


Passava pelos órgãos de comunicação social e parei no terceiro com "receio" de estar a viver numa economia emergente sem dar por isso. A coisa conta-se com poucas linhas e imagens.


 


Anda por aí a OCDE e ouvi as conclusões de um jornalista da TSF seguidas de uns devaneios desse CEO e Guru da gestão que exerce funções de chefe do Governo que me deixaram com o sorriso igual ao da audição da última tirada de Passos Coelho: "estamos a criar uma sociedade de pleno emprego".


 


Parece que a OCDE anuncia um crescimento do PIB até 2020 por obra das reformas estruturais (essa expressão mágica que preenche os vazios das sinapses).


 


No Público é de 3,5%.


 


 



 


 


 


No Expresso subiu para 5,5%.


 


 



 


 


No Ionline atingiu 8,5%.


 


 




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Ainda passei no angolano SOL, mas desconheço as relações da família (Espíritos e) Santos com a OCDE (o jornal é mesmo bélico: fala em disparar o PIB). Nem me atrevi a passar pelo novel Observador de JMFernandes que era um fervoroso Lurditas D'Oiro até 2007, passando depois a um registo oposto e igualmente fervoroso. Enfim: o Observador pode ter o PIB 2020 com mais ou menos 20%.


 


Dos restantes nem é bom falar, claro.


 


A nossa desconhecida emergência medir-se-á em crescimento ou em desconfiança?