Um dos temas que preenche a agenda mediática na Educação é a dicotomia público versus privado na gestão escolar. Não vou voltar a precisar o conceito de privado, mas repito que privado e cooperativo não são a mesma coisa uma vez que os segundos são exclusivamente financiados pelo orçamento de estado e, pasme-se, não prestam contas dos concursos que dizem fazer para a contratação dos seus professores (que o estado também financia na totalidade).
Nos últimos quatro anos assistiu-se a um ataque violento aos alicerces da escola pública, à sua imagem social e à dos seus profissionais. Por mais que se conclua do erro crasso de muitas das políticas (e só os fundamentalistas do anterior governo dizem o contrário) aparecem sempre uns ressabiados a culpar a luta dos professores pelo decréscimo de alunos nas escolas públicas.
E quando o argumento é colocado na mesa pelo presidente da uma das confederações de pais, como aqui, fica tudo dito quanto à capacidade da sociedade portuguesa em desvalorizar dois deveres fundamentais:
- gratuitidade do ensino público na escolaridade obrigatória
- e impedimento da privatização dos lucros.
Esse Albino é um doido varrido.
ResponderEliminarÉ lá agora! É completamente....
ResponderEliminar