É uma frase mil vezes repetida e talvez por isso sempre oportuna: "a ignorante mais nefasta não é aquela, ou aquele, que não sabe é antes a que não quer saber". Mas ainda mais devastador é um ser cheio de prosápia, que nem sonha que é ignorante, e que destrói alegremente o que desconhece. Essa dupla irresponsabilidade, digamos assim, tem uma classificação também oportuna: atrevimento.
Podemos aligeirar estas coisas, mas quando uma organização tem a infelicidade de tropeçar com uma trágica combinação de gente assim, não há transcendência, nem sequer beatificação, que lhe valha.
O pior é que a história quase que se repete.
ResponderEliminarMas que forma meu amigo
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