sábado, 17 de abril de 2010

dança interrompida

 


 


Quando há mudanças de pessoas numa organização mal sucedida importa saber se se alterou o sujeito que a dirige; é uma máxima crucial.


 


Factos são factos. Não era necessária uma qualquer epifania para suspeitar que este seria o desfecho no concurso de professores. Depois do entendimento de 2008, nada de bom, no futuro, se poderia esperar das organizações que o perpetraram. O que assinaram foi mau, distante das salas de aula e do poder democrático da escola. Só uma vassourada no cerne dessas instituições é que conseguiria projectar um conjunto de políticas em favor do ensino e das igualdades no acesso à escola.


 


2010 trouxe o acordo financeiro e renovou a obstinação do chefe do governo. Voltaremos a arregaçar as mangas em defesa da escola pública. É triste voltar a constatar que os professores portugueses foram os escolhidos para "carne para canhão".


 


 


Isabel Alçada compra "primeira grande guerra" com os professores

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