
Os estudos sobre as melhores escolas, como este aqui, percorrerem um percurso circular e, volta e meia, Universidades como a de Stanford concluem o óbvio: as escolas independentes com apoios estatais não são melhores do que as públicas e um factor decisivo para a melhoria do desempenho de uma escola é a ambição escolar das famílias dos alunos. É evidente que se o clima organizacional for fraco e se a imagem junto da comunidade de quem teria a competência de liderar for de incompetência, as famílias mais informadas não escolhem a escola e a degradação da instituição é irreversível. Lá como cá.
Lá como cá.
ResponderEliminarA escola Exclusiva, potencia a exclusão social.
ResponderEliminarÉ pertinente o estudo efectuado por Maria José Lobato Azevedo, sobre o tema: "Análise da Instituição escolar Escola Exclusiva/ Inclusiva"
... A Constituição da República Portuguesa afirma o Direito de todos à educação e à cultura e a lei de Bases do Sistema Educativo preconiza nos seus Princípios Gerais que o sistema educativo deve contribuir para “ o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários …”, especificando nos Princípios Organizativos que este
sistema tem que contribuir para o pleno “ desenvolvimento da personalidade, da formação do
carácter e da cidadania, preparando-o para a reflexão consciente sobre os valores espirituais,
estéticos, morais e cívicos e proporcionando-lhe um equilibrado desenvolvimento físico”. Da
leitura destes princípios orientadores encontrámos a filosofia daquilo que está na base de uma Escola Inclusiva. Contudo, e como reflexão da prática do que é a nossa Escola, são diferentes os sinais:
Continuar-se-ão, porventura a organizar turmas com alunos “repetentes” e turmas de alunos
com expectativas mais elevadas e resultados prometedores?
Continuar-se-ão a organizar horários lectivos em que existem intervalos de três horas entre as aulas?
Continuar-se-á a confundir sucesso com dados estatísticos baseados em classificações quantitativas?
Continuar-se-á a permitir que a escola se demita de uma função integradora e educativa na busca da Cidadania?
Com certeza que mais questões se levantariam, estas são apenas algumas das quais revelam ainda o ambiente que se respira e a filosofia que se vive e pratica na nossa Escola. Os princípios orientadores ainda não são uma prática efectiva, a Organização das Escolas, os Professores ainda não são elementos verdadeiramente activos ao serviço desta prática Inclusiva...
Professores de boa vontade, intervenham mais neste processo, não queiram ser meros figurantes!
a bem da escola para todos.
Porque será que o eduquês sempre me lembrou o cão que corre atrás do rabo?
ResponderEliminar(D. A. F.)
ResponderEliminarO ensino é um problema demasiado sério para ser tratado com tal leviandade.
PDAE
Concordo. Levianos e oportunistas candidatam-se a lugares para resolver a vidinha e nada mais.
ResponderEliminaranónimo:
ResponderEliminarDe acordo! Então porque o tratam assim?
Pertinente!
ResponderEliminarFalar do eduquês está na berra, mas afinal em que ficamos, qual vai ser a próxima versão pedagógica para aos alunos em dificuldade escolar?
ResponderEliminarNão ficam retidos...e não se fala mais nisso...
ResponderEliminarViva Caro Prof.PSI 20.
ResponderEliminarÉ como muito gosto que registo um comentário assinado assim
Pela minha parte o eduquês é a má burocracia, o excesso de garantismo, a infantilização da escola e por aí adiante.
Mas vamos aguardar
Viva Donatien.
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