sábado, 8 de maio de 2010

circular

 



Foi daqui


 


 


Os estudos sobre as melhores escolas, como este aqui, percorrerem um percurso circular e, volta e meia, Universidades como a de Stanford concluem o óbvio: as escolas independentes com apoios estatais não são melhores do que as públicas e um factor decisivo para a melhoria do desempenho de uma escola é a ambição escolar das famílias dos alunos. É evidente que se o clima organizacional for fraco e se a imagem junto da comunidade de quem teria a competência de liderar for de incompetência, as famílias mais informadas não escolhem a escola e a degradação da instituição é irreversível. Lá como cá.

11 comentários:

  1. A escola Exclusiva, potencia a exclusão social.

    É pertinente o estudo efectuado por Maria José Lobato Azevedo, sobre o tema: "Análise da Instituição escolar Escola Exclusiva/ Inclusiva"

    ... A Constituição da República Portuguesa afirma o Direito de todos à educação e à cultura e a lei de Bases do Sistema Educativo preconiza nos seus Princípios Gerais que o sistema educativo deve contribuir para “ o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários …”, especificando nos Princípios Organizativos que este
    sistema tem que contribuir para o pleno “ desenvolvimento da personalidade, da formação do
    carácter e da cidadania, preparando-o para a reflexão consciente sobre os valores espirituais,
    estéticos, morais e cívicos e proporcionando-lhe um equilibrado desenvolvimento físico”. Da
    leitura destes princípios orientadores encontrámos a filosofia daquilo que está na base de uma Escola Inclusiva. Contudo, e como reflexão da prática do que é a nossa Escola, são diferentes os sinais:
    Continuar-se-ão, porventura a organizar turmas com alunos “repetentes” e turmas de alunos
    com expectativas mais elevadas e resultados prometedores?
    Continuar-se-ão a organizar horários lectivos em que existem intervalos de três horas entre as aulas?
    Continuar-se-á a confundir sucesso com dados estatísticos baseados em classificações quantitativas?
    Continuar-se-á a permitir que a escola se demita de uma função integradora e educativa na busca da Cidadania?
    Com certeza que mais questões se levantariam, estas são apenas algumas das quais revelam ainda o ambiente que se respira e a filosofia que se vive e pratica na nossa Escola. Os princípios orientadores ainda não são uma prática efectiva, a Organização das Escolas, os Professores ainda não são elementos verdadeiramente activos ao serviço desta prática Inclusiva...

    Professores de boa vontade, intervenham mais neste processo, não queiram ser meros figurantes!
    a bem da escola para todos.

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  2. Porque será que o eduquês sempre me lembrou o cão que corre atrás do rabo?

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  3. (D. A. F.)

    O ensino é um problema demasiado sério para ser tratado com tal leviandade.

    PDAE

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  4. Concordo. Levianos e oportunistas candidatam-se a lugares para resolver a vidinha e nada mais.

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  5. anónimo:
    De acordo! Então porque o tratam assim?

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  6. Falar do eduquês está na berra, mas afinal em que ficamos, qual vai ser a próxima versão pedagógica para aos alunos em dificuldade escolar?

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  7. Não ficam retidos...e não se fala mais nisso...

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  8. Viva Caro Prof.PSI 20.

    É como muito gosto que registo um comentário assinado assim

    Pela minha parte o eduquês é a má burocracia, o excesso de garantismo, a infantilização da escola e por aí adiante.

    Mas vamos aguardar

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