Os nossos alunos universitários dos cursos de economia e gestão confessam que copiam com a incidência apresentada no título deste post. Dá ideia que Portugal se afirma cada vez mais como o país da cópia. Por outro lado, os ideais da construção de uma escola à imagem, por exemplo, do "clube dos poetas mortos" está cada vez mais distante para não dizer inacessível. Prevalece a versão indústria e parece não haver volta a dar. O sonho e a poesia fugiram de vez. Restarão umas ilhas de excelência no serviço público, a não ser que a agenda política mude quase de forma radical. Penso que vale a pena ler a notícia.
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