sexta-feira, 16 de julho de 2010

desnorte

 


 


A imposição a eito, e de forma obstinada, do modelo de escola a tempo inteiro tem os resultados que se vão conhecendo e provoca este tipo de instabilidade e de desarticulação nos diversos sectores do estado e do serviço público. Há desde logo uma consequência com a duplicação de serviços e com o descontrole administrativo: aumento da despesa em desperdício.


 


 


Governo considera "chocante" ideia de corte nas refeições dos ATL

6 comentários:

  1. Viva.

    Mas isso confirma o que está escrito no meu post; ou não?



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  2. Sem dúvida... Só que é tão óbvio o desperdício que nem se fala... A instabilidade e desarticulação são a marca dos últimos Ministérios da (des)Educação... A única marca de estabilidade que deixaram nos últimos anos foi... a instabilidade... a mudança... a insegurança... o descontrolo. Logo, não será de esperar que haja grandes melhorias na Educação quando não se tem um Rumo e se muda de destino a toda a hora. Se viajassem assim os timoneiros dos navios ou cruzeiros, ficariam sem combustível em alto mar...

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  3. Ok;

    Tenho ideia que noutra fase destes 4 anos desastrosos, o meu caro não estava bem nessa posição

    Tenho boa memória, ou não?

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  4. Irei.

    Houve uma fase, em que alguém que assinava como Ferreirablog, defendia que o ME tinha razão ao suspender mandatos de conselhos executivos.

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  5. Associado a este assunto está um outra problemática:

    parte das famílias que tem os filhos nas escolas públicas não confiam nos seus serviços para lá da leccionação (ou na verdade não quererão pagar 300 ou 400 euros num colégio), acham que há falta de acompanhamento dos seus filhos nos recreios, na cantina (em muitas escolas os miúdos saem delas para almoçar nas ipss da zona, mesmo quando têm cantina) e após as aulas, daí procurarem complementos privados.

    Coloco a questão:

    Como poderão as escolas públicas melhorar, se parte dos pais mais exigentes na educação dos filhos preferem recorrem a outras entidades em vez de exigir mais qualidade na escola?

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  6. Corrigido:

    Associada a este assunto está uma outra problemática:

    parte das famílias que têm os filhos nas escolas públicas não confiam nos seus serviços para lá da leccionação (ou na verdade não quererão pagar 300 ou 400 euros num colégio), acham que há falta de acompanhamento dos seus filhos nos recreios, na cantina (em muitas escolas os miúdos saem delas para almoçar nas ipss da zona, mesmo quando têm cantina) e após as aulas, daí procurarem complementos privados.

    Coloco a questão:

    Como poderão as escolas públicas melhorar, se parte dos pais mais exigentes na educação dos filhos preferem recorrer a outras entidades em vez de exigir mais qualidade na escola?

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