"No jardim, uma rapariga com aquela idade indefinida em que ainda é criança e começa a deixar de o ser, passeava convictamente um cão. Estava a trautear uma melopeia repetitiva, desengraçada. Percebi que estava à espera... sem saber bem do quê! Já tinha visto esta imagem vezes sem conta. O tempo custa a passar porque se repete demasiado... e não avança."
De José Bragança de Miranda,
Algures no ciberespaço.
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