quinta-feira, 26 de agosto de 2010

promulgado

 


 


O estatuto do aluno é um instrumento fundamental do sistema escolar. Nas últimas décadas, o seu registo de excesso de garantismo e de infantilização acentuou um dos aspectos mais negativos da organização escolar: a inundação de má burocracia. Valeram coisas óbvias: a liderança em muitas salas de aula e a autonomia clandestina de muitas escolas.


 


Para já, e pelo que se pode saber pela comunicação social (o site do ME está há dias offline), caiu algum do auge do eduquês perpetrado pela outra equipa da Educação deste governo. As provas de recuperação (que o estado de sítio, ou seja, que o incumprimento generalizado de diplomas legais fez que não fossem aplicadas de forma generalizada) e a diferenciação entre faltas justificadas e injustificadas são da história.


 


Transmite-se à sociedade, onde imperam os citados fenómenos de excesso de garantia e de infantilização, um sinal positivo. O novo diploma foi promulgado pelo presidente da República, não sei se contrariado como é costume. Pelo que se viu da fervorosa cooperação nas políticas da Educação, é natural que Cavaco Silva esteja aborrecido com mais este "recuo".

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