terça-feira, 21 de setembro de 2010

depois da espuma

 


 


 



 


 


 


Uma escola ou agrupamento tem de considerar a lei para construir a sua cultura organizacional. Sabe-se que o legislador tem apenas preocupações com a representatividade quando estabelece a composição dos órgãos e as respectivas quotas.


 


O que é decisivo é que a composição dos órgãos considere a agenda. As componentes críticas e as variáveis fundamentais têm de estar previstas e devem ser discutidas e decididas pelos elementos estruturantes dos assuntos. Também por isso, nunca a composição de um órgão pode estar fechada nem sequer o surgimento de uma nova estrutura ou a eliminação da que se tornou desnecessária.

4 comentários:

  1. Doar órgãos é um ato de amor e solidariedade.
    Quando um transplante é bem sucedido, uma vida é salva e com ele resgate-se também a saúde física e psicológica de toda a família envolvida com o paciente transplantado. No Brasil, atingimos a marca de aproximadamente 70.000 pessoas (2007) aguardando por um transplante. Essas vidas dependem da autorização da família do paciente com morte encefálica comprovada autorizar a doação. Um gesto que pode transformar a dor da morte em continuidade da vida.
    Em 2009 o Brasil comemorou o aumento significativo de doações. Em junho deste ano o país alcançou a meta para o ano de 8,6 doadores por milhão de população (pmp). Em 6 Estados Basileiros (2 do Sudeste, 2 do Sul, 1 do Nordeste e 1 do Norte) os números ultrapassaram a 10 doadores pmp.
    Em países como a Espanha, essa relação chega a 35 pmp. A Argentina registra o número de 12 pmp.
    Assim como a GABRIEL muitas outras ONGs espalhadas pelo território nacional se propõem a incentivar a doação e levar a informação correta à população sobre Transplantes de Órgãos e Tecidos.
    Através da informação poderemos alterar esses dados. Quanto mais a população se conscientizar da importância de se tornar um doador, menor será a angustiante fila de espera por órgãos.
    Dentro desse universo existe uma outra realidade que é a do transplante pediátrico. Se para o adulto a espera por um doador é difícil, imaginem quando o paciente é uma criança. O número de doadores em potencial reduz significativamente as chances da efetivação do transplante.
    Existem hoje no Brasil, diversas Associações Médicas, ONGs e movimentos independentes que trabalham incansavelmente para melhorar esse panorama.
    Conheça algumas delas, acessando os sites em nossa relação de link´s.

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  2. Sem desprimor para o mérito da informação, eis uma sugestão realmente interessante para Sto Onofre: doar órgãos. Pergunto-me: como seria a taxa de rejeição? Excelente artigo, Paulo. Como é estafante recordar o óbvio.

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  3. AHAHAHAHAH
    Nada como uma boa gargalhada ao começar do dia...
    Boa Rui... essa da "Taxa de rejeição"... está sensacional.

    Como estão vocês?

    Abração.

    Agostinho

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  4. Viva.

    É bom rir. Só agora reparei neste comentário de Renato Branco. Deve ser daquelas coisas de spam. Metem o comentário em tudo o que diz órgão e dá nisto

    Também se enquadra com o texto do post, claro.

    Aquele abraço.

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