É grave que seja rejeitado na Assembleia da República um voto de condenação à deportação de ciganos em França. A política de Sarkozy não foi condenada pelos partidos do famigerado arco-do-poder: PS, PSD e CDS. Foi na sexta-feira e não teve eco que se visse na comunicação social. Conivência, vergonha ou desinteresse?
A onda de racismo é um fenómeno cíclico na europa. As forças de direita têm essa sede de exclusão. Nos períodos de fraqueza económica os excessos dessa natureza ganham força e, por vezes, só se conseguem parar com guerras devastadoras. Dá ideia que a experiência recente da segunda-guerra já se apagou das memórias.
Até os prevenidos suecos estão em estado de choque. A extrema-direita elegeu 20 deputados para o parlamento nas eleições de ontem.
De maneira parecida nasceu o nazismo.
ResponderEliminarEste MUNDO está louco! Para onde caminhamos?
ResponderEliminarBeijos
Sandra
Viva Sandra.
ResponderEliminarEstá ou é? (com uns breves momentos de lucidez)
Força aí.
bj
Ou a UE muda as politicas de emigração ou esta tendência do crescimento das extremas direitas não terá fim. Já se nota bastante descontentamento na França, na Alemanha, na itália entre outros paises onde a ED já tem parte no poder como na Austria, na Hungria e agora provavelmente na Suecia. É sinónimo que esta Europa está podre e que os governos não podem ser cegos face aos problemas reais dos seus cidadãos, que é o desempregoe a degradação da qualidade de vida e perda de identidade cultural/ auto-estima social face ao flagelo que é a emigração ilegal. Enquanto a UE não abrir os olhos para esta realidade e para o descontentamento social face a governos que só dão a quem nada faz, que promovem a emigração legal e ilegal este fenómeno não parará. Lembrem-se que a extrema direita alemã subiu ao poder em 1933, porque os cidadãos estavam descontentes e deprimidos face às mesmas politicas que a Europa hoje tem vindo a fazer. A pouco e pouco isto está a ressurgir e eu compreendo, por que tenho filhos e quero q eles cresçam numa sociedade mais justa, que usa os seus recursos e vive do seu povo.
ResponderEliminarA Suécia deu uma imagem de tolerância ao mundo, há mais de 50 anos, quando abriu o seu país a refugiados políticos de países com regimes de ditadura. Uma minoria de extrema-direita consegue lugares no parlamento e promete fazer-se ouvir. Esta minoria está contra a imigração. Considerando o que se passa na União Europeia e na iminência de se agravarem tensões sociais com grupos de imigrantes não integrados, não se fala de grupos étnicos mas de pessoas, os Democratas da Suécia querem leis de imigração que preservem a Suécia de problemas que atingem muitos países com políticas de imigração muito liberais, mas pouco realistas e que a médio prazo podem trazer consequências graves para a Europa. Não parece preocupante quando a questão se situa apenas por aí. É uma preocupação legítima e até é um alerta para a Europa quanto ao seu futuro no domínio das políticas de imigração. A questão preocupante é saber se este fenómeno tem os seus limites bem definidos e não é, nem nunca será, o início de uma bola de neve no sentido do radicalismo étnico, da intolerância, de perseguições xenófobas na Europa. Cabe aos responsáveis europeus controlarem a situação.
ResponderEliminarAté na Suécia? Sem comentários.
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