Um dos caminhos seguido pelos governos do actual chefe do PS em relação ao ensino secundário, foi a subalternização da disciplina de Filosofia. Tentaram instituir o sentido contrário da história da civilização e da necessidade dos tempos.
Naturalmente, começam a recuar.
Pois essa questão leva-nos à verdadeira natureza desta gente...É como eu digo, os goebels e eichmanns comparados com estes eram meninos de coro.
ResponderEliminarRecuar ou andar em círculos...
ResponderEliminarMas ao contrário do que diz a noticia o exames de Filosofia nunca se chegou a realizar no 11.º ano (a ser feito será neste ano). Era sim no 12.º ano, na anterior reforma curricular, juntamente com as restantes disciplinas anuais.
ResponderEliminarNão quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.
ResponderEliminarNão é verdade que não tenha havido exames de Filosofia no 11º ano. Justamente os últimos exames realizados a nível nacional nesta disciplina foram os do 11º ano (há cerca de 3 anos e picos, se não me engano). Agora trata-se apenas de repor aquilo que nunca deveria ter sido retirado. Pensamento crítico oblige !
ResponderEliminarExistiu, tal como o de Inglês, mas não chegou a ser obrigatório, embora na reforma inicial do tempo do David Justino estivesse previsto.
ResponderEliminarO exame de Filosofia existiu, sim, no 11.º ano e com carácter obrigatório. Logo de seguida foi suspenso. Até hoje.
ResponderEliminarDaniel,
ResponderEliminarO exame de filosofia chegou a ser obrigatório como prova de ingresso para 357 cursos do ensino superior no 11.º ano.
Viva.
ResponderEliminarTenho ideia que o JPMaia e o Sérgio Lagoa têm razão.
Abraço.
Confirmo.
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