No rescaldo eleitoral, o pensamento da direita apontou o óbvio: Manuel Alegre e Francisco Louçã foram os principais adversários dos governos de José Sócrates nas políticas da Educação e, portanto, esta candidatura só podia fracassar.
Quem faz estas afirmações tem toda a razão. Para além de um conjunto significativo de professores, só encontrámos mais adversários desses governos de péssima memória nos quadros de nomeação definitiva para entendimentos e acordos e num ou noutro deputado do bloco e do PCP; adversários "coreográficos" para a democracia, portanto. A direita e Cavaco Silva estiveram bem ao lado dos governos, como não se cansaram de sublinhar.
Ai Paulo,desculpe mas não entendo o que quer dizer sobre os QND! são contra ou a favor de quê? Já li 3 vezes e não entendo. É verdade que tenho estado doente, mas...se puder, explique-me!
ResponderEliminarFoi uma ironia Maria Fernanda. Estava a referir-me aos que têm lugar cativo na mesa de negociação entre os sindicatos e o ministérios e que tê a incumbência de defender os professores. Parecem de nomeação definitiva pois são os mesmo à anos a fio.
ResponderEliminarAbraço e melhoras
C-E-R-T-E-I-R-O
ResponderEliminarSubscrevo.
ResponderEliminarFoi uma ironia Maria Fernanda. Estava a referir-me aos que têm lugar cativo na mesa de negociação entre os sindicatos e o ministério e que têm a incumbência de defender os professores. Parecem de nomeação definitiva pois são os mesmo há anos a fio.
ResponderEliminarAbraço e melhoras
Peco desculpa pelo erro e gralhas Maria Fernanda. As correrias dão nisto. Conta o segundo
ResponderEliminarAbramos os olhos
ResponderEliminarObrigada Paulo! Eu em certos dias estou mesmo obtusa!
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