domingo, 30 de janeiro de 2011

commedia dell'arte

 


 


 



 


 


Andar por um país que está numa crise financeira bancária sem precedentes na história recente a exibir obra de milhões como se o dinheiro fosse seu ou como se essa prática despudorada de fazer campanha política não nos tivesse consumido o suficiente, está ao nível da pior commedia dell'arte.


 


Desprezo, alguma vergonha até, é aquilo que me vem à memória quando registo as imagens e os discursos dos actuais governantes na encenação da requalificação das escolas secundárias. Seguramente que devem ter dúvidas na justeza do improviso que aplicaram e isso exigia discrição. E depois, francamente: há o país real. A exemplo da imagem, o chefe do governo e a sua ministra da Educação deviam ter escolhido outra banda sonora e outros intérpretes musicais.

3 comentários:

  1. Falta de vergonha e de respeito pelo estado do país e das pessoas...

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  2. A prazo vão engolir a cooperação estratégica.

    "Nas presidenciais, os portugueses deixaram duas mensagens de fundo: um reforço da estabilidade política do país que permita defender Portugal na conjuntura difícil em que vivemos, e frustraram as perspectivas daqueles que viam nas presidenciais uma mudança do ciclo político", disse Fernando Medina falava no final da reunião da Comissão Nacional que decorreu esta manhã em Lisboa.

    O sumo da mensagem é o mesmo deixado por José Sócrates na noite eleitoral, o que leva a questionar se a vitória de Manuel Alegre significaria instabilidade? "Não, não significaria", retorquiu Medina, mas voltando a justificar com o mesmo discurso. "Há um forte sentimento no país de necessidade de estabilidade política, ao nível do Governo e das instituições cimeiras."

    Também recusou que a derrota de Manuel Alegre tenha significado uma derrota do PS. "As eleições presidenciais são unipessoais, não são os partidos que vão a votos. Por isso, qualquer tentativa de extrapolação dos resultados das presidenciais para as legislativas é abusiva."

    Reconheceu, no entanto, uma falha nos "objectivos" do PS: "Manuel Alegre foi o candidato apoiado pelo PS, não foi ele o eleito. Nesse sentido não foi um resultado que permitisse ao PS cumprir os seus objectivos".

    A reunião da Comissão Nacional, que juntou dirigentes e militantes do PS "num forte clima de união e apoio ao Governo e à sua actuação", fez questão de vincar Fernando Medina, aprovou a data para a realização do próximo congresso socialista, nos dias 8, 9 e 10 de Abril no Porto, e a escolha de Joaquim Raposo, presidente da câmara da Amadora, para presidente da comissão organizadora.

    "Durante os próximos meses o PS irá realizar debates com a participação da sociedade civil, incluindo uma convenção das Novas Fronteiras", promovendo o debate sobre as "medidas e opções que é preciso tomar em defesa do futuro de Portugal", acrescentou o porta-voz

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