Na divergência entre o comissário europeu Almunia e o economista, prémio Nobel, Paul Krugman, remeto-me para um estado de epoché (epoché é um estado de repouso mental (momento de dúvida) pelo qual nem afirmamos nem negamos).
O primeiro afirma que os cortes salariais não são solução para a europa e que os últimos acontecimentos nos juros da dívida foram positivos. Paul Krugman considera ruinosa a taxa de 6.7% e já defendeu cortes mais acentuados nos salários.
Almunia diz que Krugman é excecional a analisar os EUA, mas que conhece mal como funciona a europa. É evidente que preferia que o comissário europeu do PS espanhol tivesse razão. Porém, a história recente não lhe dá muitos créditos.
E sejamos lúcidos: nenhum sabe o que fazer com esse buraco sem fim que é a hecatombe do sistema bancário.
Não percebo nada. Que GRANDE CONFUSÃO!!!
ResponderEliminarQue anda este senhor a fazer há tantos anos na Comissão Europeia?....1º como comissário com a pasta que supervisionava os "PEC's" deixou que grande parte dos Países entre eles Portugal ultrapassasse o défice e a dívida estabelecida, só acordou quando a casa já estava a arder!....Depois como representante da Politica Externa da UE, nunca se comprendeu aquilo que andava lá a fazer!....Agora com o pelouro da concorrencia, vem-se pronunciar sobre o que não soube fazer quando era da sua competencia........ Áh!....é o representante do governo socialista Espanhol na Comissão Europeia.....
ResponderEliminarépoché....Não ouvia esse termo há trinta anos...
ResponderEliminarHá trinta? Então?
ResponderEliminarIsto não é epochê, Paulo. É apenas não saber. A helena suspensão dos juízos é outra coisa um tanto mais exigente.
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