sábado, 22 de janeiro de 2011

mudanças

 


 


Recebi a imagem que acompanha este post por email (de um telemóvel), enviada por fotógrafa identificada. Tem um pequeno texto que diz mais ou menos assim:


 


"(...) Ainda há pouco tempo o marketing, para captar alunos, se desenvolvia com o "orgulho" de não se ser uma escola pública, de não haver manifestações e de se aplicar os modelos de avaliação e de gestão que os docentes da escola pública rejeitavam. Quem os viu e quem os vê. Lamento por alguns professores que conheço, mas foram colocados por amiguismo e sem concurso, passando à frente de muita gente e são pagos pelo estado.(...)"


 


Afinal, dá ideia que quando nos toca a chantagem é que elas doem mesmo. As imagens que tenho visto noutros registos demonstram a utilização de crianças em manifestações; parece-me muito mau sinal. Se fossem as escolas publicas a usarem essas práticas, o que é que se diria?


 


 


16 comentários:

  1. José Sousa Alcobaça22 de janeiro de 2011 às 17:26


    Finalmente uma mente esclarecida que fala verdade. os colégios que duplicam oferta formativa só devem sobreviver com propinas pagas pelos alunos. ninguém quer que fechem. O exemplo mais paradigmático é o Rainha Santa, em Coimbra. Este colégio é frequentado por inúmeros filhos de professores da Universidade. A oferta formativa é claramente duplicada dos outros colégios públicos da cidade. E registo que o Rainha Santa está localizado a 2 km do principal liceu da cidade - o D. Maria. Em Leiria o Dr. Luis Pereira da Costa é um antro de corrupção e de falta de democracia. O chefe António Calvete escolhe quem quer, ninguém fala nas reuniões, os professores vivem amordaçados e o colégio vive com estas regars ditatoriaios. Este colégio não devia receber um tostão do Orçamento de Estado. Os professores entram todos por convite, não têm curriculum, nem média, nem percurso profisssional, nada. Zero. E eu tenho que pagar estas cunhas?

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  2. Em qualquer parte do mundo civilizado (dito de 1º mundo), ás escolas publicas, dinheiros públicos e às escolas particulares, dinheiros particulares. Em portugal, como não é um país civilizado (aunda não sabemso se é de 3º mundo ou 4º mundo), às escolas publicas, dinheiros publicos (e o pessoal ainda tem de pagar uma parte) e às escolas particulares, dinheiros... publicos (e o pessoal continua a ter que pagar uma parte maior), LOLQue anedota. E depois apregoa-se que tem que se reduzir os salários e pensõe ssob pena de não haver dinheiro para pagar salários e pensões. lol

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  3. Isto seria para rir, não fora ainda ter vontade de chorar quando penso no que se passou aqui, por terras de Dom Fernando Costa, que arranjou uma trapalhada monumental e conseguiu que se construísse mais um edifício Calvete em vez de uma escola pública. Ainda hoje muita gente não saberia a verdade verdadinha se não fosses tu, com um magnífico texto que saiu na Gazeta e pôs muita gente da Autarquia muito inflamada e aborrecida. Por acaso ainda tens esse texto? Se calhar merece uma republicação, não?

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  4. Ainda bem que o João Pereira transcreveu o que o SE diz no Público. Também li e nunca pensei que os números fossem esses.

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  5. Paulo G. Trilho Prudencio22 de janeiro de 2011 às 21:08

    Viva Isabel e João.

    Vou ver se encontro esse texto Isabel. É um facto que essas minhas opiniões, e denuncias, deixaram muita gente aborrecida

    O comentário do João fez-me rir. Escrevi um post sobre as declaração do SE que o João referiu e deixei-o para as 20h50; estive umas horas fora da rede e quando chego vocês têm comentário sobre o assunto e o post publicado

    Não me canso de repetir: como é que não havíamos de falir?

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  6. Acho a sugestão da republicação aquele texto uma ideia maravilhosa. Até porque há muitos esquecidos por aí!

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  7. Desculpem as gralhas; foi muito a correr; o era mais

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  8. Nas Caldas é parecido.

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  9. Concordo plenamente com a Isabel!

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  10. No início do século XX, Rafael Bordalo Pinheiro conseguiu passar para o papel a verdadeira imagem da política. Actualmente a porca é maior, onde milhares de leitões querem mamar ...
    Não há porca que aguente!



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  11. Concordo totalmente com a sua opinião. Há 80 000 crianças em colégios com pais que também pagam impostos. Só queria canalisar os meus impostos para a educação que desejo para os meus filhos. Mais, há localidades cujas escolas públicas estão a rebentar pelas costuras e jamais poderiam absorver os alunos dos colégios próximos.

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  12. Viva às duas.

    Então?

    Concordam com a utilização de crianças em manifestações e fecho de escolas?

    Se as escolas públicas tivessem feito o mesmo?

    Há duas questões que espero ver respondidas: é legítima a privatização de lucros com financiamentos dos contribuintes? Nas escolas financiadas pelo estado, os contratos de professores devem obedecer a um escrutínio público e transparente?

    Quanto ao resto, para mim é claro: deve cumprir-se a constituição e a lei.

    Já lá vou ao post Cristina.

    para as duas.

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  13. Aqui bastava que se se tivesse construído a escola pública. E o problema da absorção dos meninos dos colégios nem se punha!

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