quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

onde estava?

 


 


 



 


 


 


 


A clássica pergunta "onde estava no 25 de Abril?" começa a perder efectivos que possam responder pela vivência do acto já com alguma maturidade. Passa a ser a história a responsável pelas respostas mais eloquentes.


 


Viver a história em directo é um privilégio. Mais ainda nos períodos sobreaquecidos e que nos exigem tanto embaraço como àqueles que fugiam a sete pés da célebre pergunta que referi. É um pouco o que se passa com estes tempos, já longos, de defesa do poder democrática da escola. E há uma conclusão que se pode tirar de imediato: tanta mudança táctica e tanta falta de coluna vertebral só está ao alcance de um povo que demorou quase cinquenta anos para poder perguntar: "onde estava no 25 de Abril?"

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