segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

autonomia?

 


 


 


Não existe político ou investigador da área da Educação que não defenda como vital o desenvolvimento da autonomia das escolas. Cerca de dois anos depois da entrada em vigor do novo modelo de gestão das escolas, há uma ou outra certeza: a tímida autonomia escolar que se tinha conquistado regrediu e as direcções das escolas transformaram-se no patamar inferior da hierarquia do ME; um espécie de repartição com funções do front office da traquitana.


 


Por isso, e lendo os resumos das conferências de antigos ministros, apetece perguntar-lhes: vivem aonde? Por onde é que têm andado?


 


Marçal Grilo defende autonomia para escolas do ensino básico e secundário

4 comentários:

  1. O curioso é que esta conclusão foi completamente subalternizada ou esquecida no documento oficial que serviu de base às notícias publicadas por ocasião da divulgação do estudo.Porquê?Iria contra alguns preconceitos demasiado instalados em alguns nichos?Será que incomoda a alguns que a Educação seja o sector da sociedade que, em Portugal, ainda mantém algum prestígio, apesar da campanha – interna e externa ao sector – para o desacreditar?Afinal, a quem incomoda que os portugueses confiem no sistema educativo e, indirectamente, no trabalho dos professores?

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  2. "Front office da traquitana" :)

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  3. O problema de Grilo e outros é que ainda não se convenceram que estão mortos.

    Sentados em caldeirões por essas fundações fora vão jorrando aleivosias de cátedra.

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  4. Este senhor não tem credibilidade para dizer seja o que for sobre a escola pública, quando foi ministro da educação foi um mau ministro, criou uma guerra entre os professores das universidades e os professores das escolas superiores de educação, nunca conseguiu levar o barco a bom porto, nunca passou de um projecto de ministro da educação. Pior que ele só Lurdes Rodrigues e esta figurinha que temos agora.

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