terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

caminhando

 



 


 


 


A defesa do poder democrático da escola está num impasse. Apesar de subsistirem os mais que descedibilizados modelos de estatuto, avaliação de professores e gestão, o clima organizacional vigente traduz a exigência de mudanças. Não é necessário nada de especial para se intuir o estado de queda irreversível.


 


Para os professores que mais se interessam por estas questões, o dilema está no caminho a seguir para tentar abreviar tanto desmiolo. A avaliação, até pela sua inexequibilidade, emerge no lugar cimeiro. Colocam-se e discutem-se diversas estratégias.


 


Os relatores estão a ser muito escrutinados e já existem tomadas de posição a registar. Terão mais efectividade os casos de recusa se não forem "traídos" por parceiros de ocasião e se forem assumidos por todos na mesma escola ou agrupamento. Havia, como referi aqui, um modo de esvaziar este modelo: a não apresentação de candidaturas às menções de excelente e de muito bom. Era difícil, se considerarmos os colegas contratados e os que necessitam de observação de aulas para a progressão (vai ser mais regressão, mas enfim), mas tinha sido coerente e conhecedor.


 


Vamos caminhando e logo se verá.

3 comentários:

  1. Rita Freitas, Encarregada de Educação1 de fevereiro de 2011 às 21:17

    O seu blog Prof. Paulo é de uma qualidade e dignidade impar. Já mo tinham dito mas só nos últimos tempos as leituras aconteceram. Naveguei muitas horas deliciosas. Continue. Parabéns.

    Abraço.

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