Quem tem uns anos de ensino consegue dar conta do grau de destruição dos últimos anos. É claro que os professores de Santo Onofre têm uma dose a dobrar derivada do inclassificável (acreditem que é mesmo difícil nomear tanta terraplenagem e insensatez) que se tem vivido nos últimos dois anos.
Conheço gente do PS que teima nos laudos à anterior ministra da Educação. São cada vez menos, mas existem. Enquanto este partido político não se convencer do desastre que perpetrou, não conseguirá recuperar os eleitores que perdeu na área da Educação. Foi mau de mais para se resolver com desculpas de circunstância e vai levar anos a recuperar.
O estado de sítio que se vive nas escolas é inaudito. Nunca pensei assistir a tanta falta de convicção nos normativos. Da avaliação de professores ao estatuto da carreira, passando pela gestão e pelos agrupamentos de escolas, a farsa fez lei. Recomeçar vai implicar um profundo conhecimento do terreno. Se há alguma marca que a anterior ministra deixou, foi a instalação do seu assumido anarquismo. É um sistema à deriva e que só é defendido por fanáticos ou desconhecedores.
CAOS, Paulo.
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ResponderEliminarPreocupa-me o futuro. E não vejo ninguém a levantar a voz e a reconhecer que este não é de certeza o caminho a seguir.
Que sociedade andamos a construir?
"É claro que os professores de Santo Onofre têm uma dose a dobrar derivada do inclassificável (acreditem que é mesmo difícil nomear tanta terraplenagem e insensatez) que se tem vivido nos últimos dois anos." Ainda outro dia ouvi os pais dizerem aos inspectores que salvam-se os professores senão esta direcção tinha afundado mais. Ver uma escola que era exemplar deitada abaixo, não pode ser defendido por pessoas sãs. Imagino o que sente, Prof. Paulo.
ResponderEliminarSubscrevo.
ResponderEliminarSó se mudarem muito.
ResponderEliminarEstes não me voltam a enganar. Temos de mudar de vida.
ResponderEliminarTem sido muito difícil, confesso
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