A redução curricular em curso até podia ter fundamentos pedagógicos. Neste momento, é óbvia a opção da macropolítica: cortar nos salários e no número dos funcionários públicos em detrimento dos impostos da banca ou do número de deputados (podem ser amendoins, mas os exemplos de cima mobilizam para a construção); e podia ficar aqui a noite toda a fazer o elenco.
Para os professores mais distraídos é bom recordar-lhes que tudo se resume a meia-década. Ou seja: o corte curricular vai começar por atingir inapelavelmente os contratados e depois se verá. Quando falamos de contratados não estamos a fazer referência a jovens em estágio integrado ou nos primeiros anos de serviço. São professores com mais de uma dezena de anos de serviço ininterrupto e que tiveram o azar de nascer meia-década depois.
São milhares os professores contratados. A sua precariedade consumou-se durante esta década. Os que podem, fogem do inferno relacional em que estão transformadas as escolas públicas (e as não "públicas" também, por suprema ironia de quem faz política a jogar com peões e em permanente campanha). Não tardará e a sua ausência será cruelmente notada. Há gente na estratosfera a brincar com o fogo.
...e não nos tiram os dedos dos olhos...!
ResponderEliminarEstá na hora de voltarmos TODOS a dizer basta!!! Não podem continuar a destruir a NOSSA escola pública.
ResponderEliminarEstamos demasiado acomodados. Não será altura de começar a agitar!!! Ver afogar e não lançar boia é ser conivente com a tragédia.
ResponderEliminarEstão a atacar o estado social!
ResponderEliminarBCP, BES e BPI ganharam três milhões por dia mas pagaram menos um terço de impostos.
Depois não há dinheiro para a educação!
ResponderEliminarÉ DEMAIS!!!!
ResponderEliminarQue TODOS pensem, carago!!!
ResponderEliminarToca a reunir
ResponderEliminarSó a fé não basta, é preciso acção !
ResponderEliminarE ser novo combatente, talvez...
ResponderEliminarTODOS fazem falta.
ResponderEliminarSempre combativo.
ResponderEliminarSó tu é que te lembrarias de uma coisa dessas. Era como dizer-te que te estás a borrifar para os colegas contratados. Sobre isso nada dizes?
ResponderEliminarDei o exemplo da redução de deputados apenas como uma das espécies de amendoins. Já ouvi gente de esquerda afirmar que esse argumento é uma falácia. A redução de deputados só caminha nesse sentido se se quiser. Tb se diz que quem avança com esse papão está bem instalado na oligarquia.
Não me engavetes, por favor. Não me peças para escrever ou agir de acordo com conveniências. Sou incómodo, sei disso, mas já dei mais do que provas da minha tolerância.
Já me conheces há tempo suficiente para vires com essas brincadeiras
Um forte abraço a todos os que comentaram
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