Quem se opôs às políticas educativas deste PS tem motivos para se preocupar com o que pensam continuar a fazer os utentes da privatização de lucros e da mercantilização da Educação. Não haja ilusões.
Os apoiantes da direita não podem afirmar que quem não votar no seu lado está a permitir a continuidade do actual primeiro-ministro. Se o ainda chefe do governo for candidato, é certo que estará na direita a maior possibilidade de o derrotar em número de votos. Este dilema de muitos terá de ser resolvido.
O que não pode acontecer aos dilemáticos, é serem responsabilizados pelos sonoros aplausos da direita às políticas do período 2005 a 2009 ou pelo facto do PS se ter afundado na agenda geradora de tanto consenso no arco da governação, na cooperação estratégica, em boa parte da oposição oficial e na opinião publicada.
Concordo plenamente, é um Grande dilema.
ResponderEliminarO Trócastes tem sete vidas e não sei se nos vimos livres dele.
ResponderEliminarPois, pois, mas vais votar em quem?
ResponderEliminarE vota em quem?
ResponderEliminarPelo meu lado já disse que é um dilema.
ResponderEliminarSecreto
ResponderEliminarO meu também, mas entre o bloco e o PCP.
ResponderEliminarEu voto à esquerda do PS desde sempre, muito embora discorde de tudo o que defendem em matéria educativa, mas no campo laboral não podemos transformar o país numa selva.
ResponderEliminarÉ preciso equilibrar a balança.
Sensatos os argumentos, se me permites Daniel.
ResponderEliminarConsidero sensata a posição do Daniel.
ResponderEliminarJá tinha começado um esboço de revolta contra o sócrates. dentro do ps. Desaparecer da cena,era um favor que ele fazia a Portugal.
ResponderEliminarO grupinhp do ppc etá cheio de vontade de transformar isto numa quinta à moda de dallas.A desregulação que pretender imprimir ao estado, vai para além de um retrocesso aos tempos anteriores à revolução liberal! Este foi o horizonte que o sócrates abriu à direita!
Como um vampiro,está morto,mas vive...
ResponderEliminar"Este foi o horizonte que o sócrates abriu à direita!" nem mais.
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