Os mentores do SIADAP (sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública), e os especialistas que acompanharam a lucubração, têm de dar a mão à palmatória. Criar um quase fascismo por via administrativa pode não ter sido a intenção, até acredito que não, mas o resultado, e à medida que o tempo passa, aproxima-se desse registo.
Sem querer continuar num registo mais radical, posso afirmar que o sistema que inclui indicadores pontuados em descritores que excluem as pessoas por quotas é uma invenção de tecnocratas que se escondem e que são incapazes de avaliar quem quer que seja num sistema de olhos nos olhos. Temos o direito de olhar assim para quem inventou esta tamanha aberração neotaylorista.
Os professores são vítimas de uma espécie de SIADAP e têm voz. Há outros funcionários públicos que ficam entregues aos bichos e todos conhecemos histórias aberrantes a esse nível. As que envolvem os assistentes administrativos e operacionais das escolas começam também a dilacerar as atmosferas relacionais. Não adianta tergiversar: o SIADAP utiliza uma linguagem bem-pensante e sedutora e é totalitário.
Eu não assim tão crente na "boa fé"....Trata-se da perseguição pura e simples.
ResponderEliminar"A minha luta" pinóqyiana
TB ACHO É DE LOUCOS!!!
ResponderEliminarConsidero que nada disto foi por acaso.
ResponderEliminarDepois destes quatro loucos anos, tenho algum receio de olhar para os acontecimentos com lentes. Mas concordo com as vossas posições, tanto que escrevi o que escrevi e de forma bem pesada.
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