O ainda chefe do PS secou quase tudo à sua volta em termos mediáticos. O seu partido aproximou-se da unidade. Há quem diga que Teixeira dos Santos não merecia ser tratado assim. Mas quem é que o obrigou a meter-se naquele ambiente e a defender daquele modo as benesses ilimitadas das máquinas partidárias?
Também são sórdidos os detalhes das conversas entre o primeiro-ministro e o presidente do PSD.
... era inevitável... com o trócaste vale tudo...
ResponderEliminarO Castelo a ruir...
ResponderEliminar