Considerar a interdisciplinaridade o guião da organização curricular e submeter a cultura organizacional a essa impossibilidade, foi um passo para a presença asfixiante da má burocracia e do desperdício de tempo.
Quando olhamos para esse fatalismo e procuramos sinais nos discursos existentes, encontramos os partidos com assento parlamentar aprisionados ao caos.
O discurso do aluno como um igual e nunca no patamar da alteridade, é outro vestígio material.
Mesmo os partidos políticos mais à esquerda não se conseguem libertar desses registos. Nem percebo se querem ou se reconhecem os efeitos desastrosos para a igualdade de oportunidades. Alguns dos protagonistas conseguem um discurso menos contaminado, mas quando lemos os documentos percebemos que têm tudo por fazer e um longo caminho a percorrer; claro que é necessário que queiram, repito.
Caro Paulo,
ResponderEliminarA mensagem transmitida pelo primeiro parágrafo é fantástica (não fosse real), parabéns.
Em todos os níveis de decisão, da escola ao ME, se verifica uma ignorância tal que, vezes sem conta, não consigo sequer entender a sua origem, formação deficiente, carneirismo, enfim...
"Quanto mais tarandisciplinar é uma formação, mais vaga e fluida se torna a sua aplicação" (D, p3, Parecer n.º 2/2009 do CNE).
Obrigado Rui.
ResponderEliminarExcelente
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