E apesar da excelência de alguns dos nossos académicos, não deixa de ser impressionante como parece que ninguém defendeu o eduquês, a nova gestão pública e por consequência a "nova" gestão escolar, o modelo de avaliação de professores com prestação de contas fora da sala de aula e em inferno de má burocracia e por aí fora.
O Paulo Guinote é tramado quando sublinha o seguinte: "Uma instituição de educação escolar, na sequência do que atrás dissemos só pode, sobretudo nos dias de hoje, seguir três prioridades. Primeira: trabalho. Segunda: trabalho. Terceira: trabalho."
ResponderEliminarLol!!