Dizia-me um militante do PS: o chefe do governo de gestão está derrotado no partido e já só se espera pelo dia seguinte para entrarem em campo as alternativas.
Pode ser que seja assim, mas é imperdoável este comportamento. Em primeiro lugar, porque era obrigatório ter existido luta interna. Aliás, era mesmo exigível que esse contraditório tivesse sido visível há muito tempo. Em segundo lugar, podemos considerar uma falta de tudo, nomeadamente do mais elementar patriotismo, andar em calculismos partidários com o país a afundar-se deste modo.
Sinceramente: não acredito na autenticidade dos argumentos do militante do PS. Vou mais por outra hipótese: os poderes, mesmo os mais insignificantes, alojam-se no comboio que passa, José Sócrates já não é um certificado de garantia e os ismos prepararam terreno.
O país não interessa...
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