quinta-feira, 30 de junho de 2011

da blogosfera - o estado da educação e do resto

 


Confirmada a desonestidade política.


 


Tenho estado fora da rede e nem quero acreditar no que leio: "(...) Passos Coelho anunciou, no Parlamento, a razão pela qual votou, há três meses, a revogação do actual modelo de (pseudo) avaliação, e agora, no poder, já não o revoga. A razão apresentada foi esta: «Em Março, podia-se revogar porque, nessa altura, o Governo ficava com seis meses para preparar um novo modelo de avaliação, agora só temos três meses, o que é tempo insuficiente.» Lamentavelmente, Passos Coelho estreou-se na Assembleia da República seguindo a metodologia de Sócrates: a metodologia da desonestidade política. Confesso ter chegado a pensar que, independentemente das divergências de fundo que tenho relativamente a muitas das matérias do programa do Governo, passaríamos a ter, com Passos Coelho, uma postura ética diferente daquela que tivemos nos últimos seis anos. Vejo que me enganei. Passos Coelho revelou, como Sócrates, não ter pruridos em faltar à palavra e em falsear a realidade.(...)"


 

4 comentários:

  1. Mas estavam à espera de quê? De mudanças?
    Acreditaram-se?
    Aquela carinha de "escuteiro encartado" não enganava ninguém. Só mesmo quem queria ser enganado!

    E ainda a procissão vai no adro - como se costuma dizer!

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