O universo organizativo do sistema escolar em Portugal está longe de obedecer a parâmetros de tratamento da informação adequados à sociedade da informação e do conhecimento em que vivemos.
Grande parte da informação obtida não é relevante para o processo de tomada de decisões, nem contribui para que os professores, principais fornecedores de informação, concentrem a sua energia na preparação e na realização das actividades lectivas.
Exige-se às organizações do sistema escolar uma reflexão que altere o paradigma vigente: os sistemas de informação necessitam de uma grande depuração com um objectivo de sentido contrário ao habitual: retirar os campos de obtenção de informação que se conclua não estarem destinados a fornecer dados de suporte a tomadas de decisão nucleares para o edifício organizativo.
Não sei como será possível conciliar as políticas que aí vêm, políticas que incrementam a prestação de contas, com a subtracção da burocracia, Paulo
ResponderEliminarmuito bem
ResponderEliminarOu seja, mandar às malvas o que não serve para nada. Ou melhor, acabar com a papelada.
ResponderEliminarEsta subtracção é mais uma coisa de cultura organizacional que ultrapassa as circunstâncias. É a causa mais profunda da nossa bancarrota, embora haja quem defenda que existe uma intenção planetária de sobrecarregar com má burocracia os sectores mais difíceis de controlar
ResponderEliminarMas é possível fazer muito melhor nesse domínio. Possível e obrigatório.