A terraplenagem que a traquitana do ME faz sobre a cultura organizacional das escolas é antiga. Planear com profissionalismo as variáveis escolares que implicam o normal funcionamento de um ano lectivo é, em Portugal, um desafio de loucos. Tudo o que devia ser feito em Janeiro é mal resolvido, e à pressa, em Julho ou Agosto.
Invariavelmente, as mudanças são "imperativas": ou porque muda o governo, ou porque muda o ministro ou porque não era bem assim. O que nunca muda é o nefasto centralismo e o desrespeito pela profissionalidade de quem tem de erguer as escolas.
Não é de admirar a notícia que pode ler a seguir.
Ministério não espera por Nuno Crato para lançar novo ano lectivo
ResponderEliminarSó implodindo mesmo. Eu voto num ano sem ME para o ministro arrumar tudo e todos no arquivo morto. As escolas funcionavam na mesma, de certeza e havia tempo para a grande "limpeza" (há lá muita gentinha que era bom que fosse até à sala de aula!).
Era um ano de poupança que enriqueceria as escolas e nos descansava a cabeça.
Tb
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