sexta-feira, 1 de julho de 2011

simplesmente perguntar

 


 


Mas tinha de existir uma avaliação, é uma afirmação que me faz sorrirO que existiu até 2007 era o que se tinha conseguido numa área em que não há receitas fáceis, como se comprova à saciedade e no mundo todo. O que se tentou impor caiu pelas inúmeras razões que se conhecem. Se não se quer identificar alternativas, então que se volte ao sítio onde se estava e que se estude. Nesta altura, não existem aumentos salariais nem progressões na carreira. É um bom tempo para estudar bem um modelo e  para o testar.


 


E devem ser feitas muitas perguntas; todas as perguntas, aliás; "(...) Aqueles que perguntam são sempre os mais perigosos. Não é perigoso responder. Uma simples pergunta pode ser mais explosiva do que mil respostas.(...)". 


 


Há um ponto de partida, como bem diz aqui o blogger Mário Carneiro: "(...) Neste sentido, as quatro dimensões do actual modelo devem ser reduzidas a uma, aquela que é nuclear e fundamental: «Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem».(...)"

8 comentários:

  1. "Estudar um bom modelo para o testar"... Duvid+O=DO!!!
    Não esperem por isso!

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  2. É um tempo para estudar bem um modelo e para o testar, Graça. Não escrevi "bom modelo"

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  3. Absolutamente! O Mário tem, como habitualmente, toda a razão.

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  4. Meu caro Paulo,

    Há um adágio que diz: «Quem se quer bem sempre se encontra.» Depois de consultar o «link» que aqui deixaste, referente a um já antigo «post» teu, lembrei-me deste exemplo de sabedoria popular.
    Não conhecia esse teu «post», e fiquei agradado de ver que comungamos do princípio de reduzir as quatro dimensões a uma só, que é aquela que, na realidade, é a fundamental: a do ensino e da aprendizagem.
    O desenvolvimento que daí fazes, relativamente a elementos, indicadores e descritores já não tem o meu acompanhamento — sugiro um outro caminho, que tentarei explicar, na próxima semana, n' «O Estado da Educação». Não sei, aliás, se ainda manténs aquela sugestão — digo isto, porque eu próprio — como julgo que aconteceu com grande parte de nós — fui pensando e aprendendo com tudo isto, e à medida que isso foi acontecendo, fui desfazendo e fazendo caminhos.
    Seja como for, esta perspectiva da redução a uma só dimensão, que recolhe o acordo de muitos professores, mereceria ser mais debatida, divulgada e aprofundada por todos, incluindo o poder político, claro.

    Um grande abraço,

    Mário

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  5. Esqueci-me de agradecer o generoso comentário da Helena. Obrigado.
    Um beijo,

    Mário

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  6. Viva Caro Mário.

    Daquele post apenas mantenho a questão de reduzir a uma só dimensão.

    Tudo o resto foi apenas a ideia de oxigenar o que existia. A minha intenção em incluir ontem o aquele link foi a de remeter a actualidade para a necessidade de discutir e estudar. Naquele altura, em 2008, nada disso se fez e foi o que se sabe. Espero que não se repita algo do género.

    Um grande abraço tb.

    PauloP

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  7. Alguém me sabe explicar porque é que este modelo ainda não se escafedeu? Será mesmo por causa daqueles " ****** " que "trabalharam" muito, tiveram excelente e andam às voltas com o "portafolhas" e as reportagens fotográficas, agora mais conhecidas por evidências? Será porque o Cavaco não deixa? Será porquê, afinal?

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