Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!
Não podemos mudar a hora da chegada,
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto, esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga, Câmara Ardente
Olá Paulo,
ResponderEliminarDesculpa a ousadia mas fiz-te um desafio lá no meu blogue. :) Espero que aceites.
Cumprimentos.
ResponderEliminarLindo, esclarecedor e oportuno. Não oodemos mudar, mas podemos descobrir o que presta e o que não presta nesta vida! ... ... ...
Apetecia-me escrever tanta coisa, Paulo! Já escrevi e apaguei tanta frase! Mas não vale a pena. Este teu post diz tudo!
Bjo grande
Está tudo aqui! Como nós entendemos tão bem Miguel Torga e como ele diz tão bem o que sentimos!
ResponderEliminarBj
Num cuntaba chorar carago! Esta coisa mixeu comigo.
ResponderEliminarAbraço PGP
Viva Elenáro.
ResponderEliminarClaro que aceito. Como queres que faça? Posto aqui ou no teu?
Aquele abraço.
Bjo tb Isabel
ResponderEliminarForça aí, carago
ResponderEliminarNão conhecia (mais) este belo poema do Torga.
ResponderEliminarMuito bom!
Vou copiar.
Obrigada e boas férias.
No teu Paulo. :) O post será para ti. O desafio é só nas perguntas. ;)
ResponderEliminarUm abraço!
A vingança servir-se-á gelada, Prof. Paulo. Continue, por favor.
ResponderEliminarAbraço.