Quando se enunciam os salários das classes profissionais, há, pelo menos, dois modos de o fazer: o ilíquido e o líquido. A conveniência faz a escolha. O anterior governo especializou-se no spin que atingia os professores como classe e os resultados foram o que se sabe. Os salários dos professores portugueses foram usados para fins eleitorais e para permitirem políticas restritivas noutras áreas; já foi confessado.
Quando se lançam números brutos de faltas, podemos sempre questionar o que move as fontes de informação. Por detrás de um atestado médico podem existir dois motivos: a doença ou um sinal de desistência profissional. Era isso que deveria preocupar mesmo a sociedade portuguesa em relação às faltas dos seus professores. O sistema escolar está doente e os que o conhecem sabem bem que é assim.
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